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27/08/2009 | 09h14min Prevenar, para crianças com problemas no sistema de defesa, deve chegar em duas semanas
A vacina conhecida como Prevenar, indicada para crianças que têm entre dois meses e cinco anos de idade que tenham doenças que afetam o sistema imunológico, deve chegar em Joinville em duas semanas. A informação é da gerente da Unidade de Vigilância em Saúde, Jeane Regina Vanzuiten Vieira. A exemplo do que ocorre com a rede pública de saúde de todo o País, a vacina está em falta em Joinville desde o primeiro semestre. O Ministério da Saúde promete começar a distribuição nos primeiros dias de setembro.
- Como a vacina pode ser administrada em crianças com até cinco anos, não haverá prejuízo em Joinville, mesmo para quem esteja com alguma dose em atraso. Não há problema em esperar mais um pouco para tomar a vacina - diz Jeane.
A Prevenar é oferecida gratuitamente para crianças que tenham doenças como diabetes, asma, meningite, pneumonia, sinusite, AIDS ou que tiveram essas doenças e enfrentam algumas complicações por causa delas, como problemas no coração, por exemplo. Os casos mais graves têm prioridade no sistema de saúde.
Nas principais clínicas particulares de Joinville, a dose custa entre R$ 220 e R$ 250, dependendo da forma de pagamento. Segundo o ministério, a falta do medicamento se deve a complicações burocráticas no processo de compra, que é feita em laboratórios do exterior. O ministério afirma que o problema deve ser solucionado em 2010, a partir de uma parceria da Fundação Oswaldo Cruz com o laboratório GSK para a produção de uma vacina no Brasil.
Os lotes disponíveis devem ser entregues para as secretarias estaduais de Saúde, que têm a missão de repassar as doses aos municípios. Jeane diz que na quarta-feira chegou um lote da vacina tetravalente, que será distribuída nos postos para a prevenção de difteria, tétano, coqueluche e meningite.
DIÁRIO CATARINENSE-SC |
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28/AGOSTO/09 |
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Essas bactérias ficam alojadas na região da nasofaringe (parte da faringe situada atrás do nariz) e são transmitidas de criança para criança através do contato direto.
A partir da transmissão de pneumococos, podem surgir doenças comuns, como otites e sinusites, e doenças muito graves, como a meningite bacteriana e a pneumonia. A prevenção é a melhor forma de evitar essas doenças e isso acontece com a vacinação, orientada pelo pediatra.
No Brasil, existe uma vacina aplicada em mais de 90 países - a Vacina Pneumocócica 7 Valente - disponível em centros privados de vacinação e clínicas pediátricas, além dos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais (CRIEs), onde é gratuita para crianças de alto risco, como aquelas que apresentam diabetes, cardiopatias, HIV, Síndrome de Down ou bebês prematuros.
Recentemente, uma vacina 10 Valente também foi disponibilizada no mercado privado. Em breve, no entanto, uma versão mais abrangente deve chegar ao mercado brasileiro: a Vacina Pneumocócica Conjugada 13 Valente. A nova vacina acaba de ser incluída nos programas de imunização infantil do Reino Unido e do Uruguai e já foi aprovada também em outros países, como Canadá e Chile.
O melhor caminho para preservar a saúde é procurar a orientação do médico de sua confiança. Assim, consulte o pediatra de seu filho e peça mais detalhes sobre as vacinas que ele deve tomar ao longo de 2010.
* A Dra Luiza Helena Arlant Falleiros-Carvalho é infectologista Chefe da Seção de Pesquisas e Trabalhos Científicos do Instituto de Infectologia Emilio Ribas - São Paulo e Membro do Conselho Consultivo da Sociedade Latino-americana de Infectologia Pediátrica - SLIPE.
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Brasília - Quando o assunto é saúde, prevenir é sempre a melhor opção. E a saída para evitar doenças pode estar na vacina, mesmo para os adultos. Diferentemente do que muitos pensam, a necessidade de imunização não termina depois das doses tomadas na infância. "Com a vacinação, você pode evitar doenças graves e as complicações que elas trazem. A meningite e a pneumonia, por exemplo, podem causar a morte", explica Mônica Álvares da Silva, imunologista responsável pelo Imunocentro e presidente da regional do Distrito Federal da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim).
Mesmo sabendo da importância da profilaxia, muitos adultos ficam em dúvida se precisam ou não de alguma imunização específica. A questão passou pela cabeça dos servidores públicos Bianca Simas, de 31 anos, Hegion Henrique, de 19, e Taciara Ribeiro dos Santos, 24. Eles participaram de campanhas promovidas pelo Ministério da Saúde, onde trabalham. Primeiro, preveniram-se contra a HEPATITE B. Na hora da aplicação contra a gripe, no entanto, pesaram prós e contras antes de receber a injeção. O mito de que quem toma a vacina pode ficar gripado ainda preocupa. "Fiquei com medo, porque minha mãe tomou e ficou de cama quase uma semana. Mas resolvi fazer a aplicação para evitar a doença", conta Taciara, que não apresentou reação alguma à profilaxia.
Segundo Mônica Álvares, a vacina da gripe é muito importante na fase adulta. Para que o efeito seja otimizado, uma dose dever ser aplicada todos os anos. Ela explica que é impossível contrair a gripe depois de tomar a vacina, já que, em sua produção, é utilizado um vírus morto. "Apenas 1% das pessoas têm reação à vacina. O que pode acontecer são dores no local e febre." Foi exatamente o que sentiu Heigon. O jovem, porém, não se arrepende. "No ano que vem vou tomar de novo", planeja o servidor, que recentemente procurou um posto de saúde para tomar a segunda dose da proteção contra a HEPATITE B.
Rede particular Na lista de vacinas do Ministério da Saúde, distribuídas gratuitamente nos postos, estão a tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), a dupla contra difteria e tétano, a da febre amarela e da HEPATITE B. As imunizações contra a gripe e pneumonia estão disponíveis apenas para pessoas com mais de 60 anos.
Depois dos 20 anos, Bianca se imunizou contra a rubéola, a febre amarela, a HEPATITE B e, há três meses, tomou pela primeira vez a vacina contra a gripe. "Acho que foi a que mais valeu a pena. Normalmente, nessa época de frio, eu já estaria tomando antigripal e vitamina C. Este ano, não peguei sequer um resfriado", conta. Na rede particular, o preço da vacina gira em torno de R$ 50. A da hepatite A sai, geralmente, por R$ 100.
HPV Uma das últimas novidades no mercado de vacinas para adultos é a imunização contra o papiloma vírus humano (HPV). A orientação é de que ela seja usada em mulheres de até 26 anos. Porém, em outros países já existe uma nova versão da profilaxia, que se mostra eficaz até a faixa dos 40 anos. A novidade deve chegar em breve ao Brasil.
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04/JULHO/09 |
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Tatiana Sabadini
Quando o assunto é saúde, prevenir é sempre a melhor opção. E a saída para evitar uma doença pode estar na vacina, mesmo para os adultos. Ao contrário do que muitos pensam, a necessidade de imunização não termina depois das doses de proteção tomadas na infância. "Com a vacinação, você pode evitar doenças, algumas graves, e as complicações que elas trazem. A meningite e a pneumonia, por exemplo, podem causar a morte", diz Mônica Álvares da Silva, imunologista responsável pelo Imunocentro e presidente da regional do Distrito Federal da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim).
Mesmo sabendo da importância das vacinas na prevenção de doenças, muitos adultos costumam ficar em dúvida se precisam mesmo ou não de alguma imunização específica. A questão passou pela cabeça dos servidores públicos Bianca Stracquadanio, 31 anos, Hegion Henrique da Silva Lins, 19, e Taciara Ribeiro dos Santos, 24. Eles participaram de campanhas de vacinação no ministério onde trabalham. Primeiro, preveniram-se contra a HEPATITE B. Na hora da aplicação contra a gripe, no entanto, pesaram prós e contras antes de receber a injeção. O mito de que quem toma a vacina pode ficar gripado ainda preocupa. "Fiquei com medo, porque minha mãe tomou e ficou de cama quase uma semana. Mas resolvi fazer a aplicação para evitar a doença", conta Taciara, que não teve reação alguma à imunização.
Segundo Mônica Álvares, a vacina da gripe é muito importante na fase adulta. Para fazer efeito, uma dose dever ser aplicada todos os anos. Ela explica que é impossível pegar gripe depois de tomar vacina, porque em sua produção é utilizado um vírus morto. "Apenas 1% das pessoas tem reação com a vacina, e o que pode acontecer são dores no local e febre." Exatamente o que sentiu Heigon. O jovem, porém, não se arrepende. "No ano que vem, vou tomar de novo", planeja o servidor, que recentemente procurou um posto de saúde para tomar a segunda dose da proteção contra a HEPATITE B.
Rede particular
Na lista de vacinas do Ministério da Saúde, distribuídas gratuitamente nos postos, estão a tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), a dupla contra difteria e tétano, a da febre amarela e da HEPATITE B. As imunizações contra a gripe e pneumonia estão disponíveis apenas para pessoas com mais de 60 anos. Quem quiser se proteger(1) contra outras doenças precisa procurar clínicas particulares ou participar das campanhas no local de trabalho. "Ser vacinado contra todas essas doenças é importantíssimo. Mas, infelizmente, o governo não tem um orçamento para pagar tudo. O ideal seria que as empresas providenciassem isso para seus funcionários", explica Julival Ribeiro, presidente da Sociedade de Infectologia do DF.
Depois dos 20 anos, Bianca se imunizou contra a rubéola, a febre amarela, a HEPATITE B, e, há três meses, tomou pela primeira vez a vacina contra a gripe. "Acho que foi a que mais valeu a pena. Normalmente, nesta época de frio, eu já estaria tomando antigripal e vitamina C. Esse ano, não peguei sequer um resfriado", conta. Ela e os colegas Taciara e Heigon garantem que tomariam todas as vacinas indicadas pelo Sbim (veja quadro) se estivessem disponíveis na rede pública. Na rede particular, o preço costuma variar de clínica para clínica. A imunização contra a gripe custa em média R$ 50. Já a contra a hepatite A sai, geralmente, por R$ 100.
1- HPV
Uma das últimas novidades no mercado de vacinas para adultos é a imunização contra o papiloma vírus humano (HPV). A Anvisa recomenda que ela seja feita em mulheres de até 26 anos. Porém, há estudos e aplicações em outros países para mulheres de até 40 anos que podem chegar em breve ao Brasil.
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03/JULHO/09 |
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