Soropositivo .Org HIV AIDS SIDA SEROPOSITIVE VIGS

Switch to desktop Register Login

Vida com HIV

Conferência mundial aids: novos rumos para o tratamento e cura

AIDS | ANTIRRETROVIRAIS 
logo-aids
Cidade do Vaticano, 21 jul (RV) - Terminou ontem, em Roma, a 6ª Conferência Mundial da Sociedade Internacional para a AIDS, que durou quatro dias e teve a participação de 6 mil delegados de 129 países. Entre os destaque, a "Declaração de Roma" lançada para acelerar as pesquisas em busca da cura da AIDS. Cientistas africanos apresentaram novos estudos, mas o evento também deu voz a quem é SOROPOSITIVO, como nos relata Rafael Belincanta.
Na última década, os medicamentos genéricos ANTIRRETROVIRAIS permitiram uma queda nos custos dos tratamentos para os soropositivos. Além disso, nesse período programas de cura começaram a surgir em países africanos, como no Quênia. Lá, Siama Musine, de 36 anos, SOROPOSITIVA, conta como esses remédios mudaram sua vida.
"Se depois de dezesseis anos de saber que sou seropositiva, ainda estou viva, ativa e produtiva, essa é a prova de que os medicamentos genéricos funcionam. E não somente isso, trabalho na minha comunidade para a promoção da saúde. Tudo isso devo aos medicamentos genéricos, que contribuem para a vida e para o futuro das pessoas".
Entretanto, nem todos os países africanos disponibilizam medicamentos genéricos. Em Angola, por exemplo, onde cerca de 2,7% da população é SOROPOSITIVA, somente parte da população tem acesso aos ANTIRRETROVIRAIS protegidos por patentes, portanto mais caros, produzidos por grandes laboratórios. Situação que gera um outro problema, como revela a pesquisadora da Faculdade de Medicina de Luanda, Joana Filipa Afonso. 
"Ainda há uma parte da população que tem de pagar no mercado negro para ter acesso aos medicamentos ANTIRRETROVIRAIS".
Durante a Conferência, a Médicos Sem Fronteiras publicou relatório em que revela a constante tendência de queda nos preços dos ANTIRRETROVIRAIS genéricos ao mesmo tempo em que alguns países, como o Brasil - que quebrou a patente de alguns medicamentos - sofrem retaliações da industria farmacêutica.
Outro destaque da Conferência foi o lançamento da Declaração de Roma. O documento pretende acelerar as pesquisas sobre os reservatórios de HIV nas células linfáticas e sobre o combate à resistência do vírus nos pacientes em tratamento. Outro termo veio à tona durante os debates científicos: a cura funcional do HIV. O infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia, especialista em HIV, Aluísio Cotrim Segurado, explica: 
"É uma nova linha de intervenção no tratamento. Não bastaria utilizar medicamentos que atuam sobre a replicação do vírus, porque esses na verdade não estão atuando sobre os vírus que estão nessas células reservatórios. Teria que ser utilizada uma outra linha de medicamentos que estimulasse essas células reservatório a produzirem virus para que os outros medicamentso que atuam na produção pudessem atuar. Então, na verdade, seria uma proposta de combinação de tratamentos". 
Apesar de todos os avanços, a prevenção é a melhor forma de combater a AIDS. Para o tratamento com ANTIRRETROVIRAIS, quanto mais cedo a infecção for descoberta, maiores serão as chances de um SOROPOSITIVO levar uma vida normal, como explica a Coordenadora de Saúde da Universidade de Cabo Verde, Isabel Araújo: "muitas pessoas quando fazem o teste praticamente já estão com critérios de tratamento, que já começa tardio". (RB/RV)
RÁDIO VATICANO | 

Last Updated on Friday, 22 July 2011 18:48

Hits: 7911

Acordo para genéricos anti-HIV exclui Brasil

arv
Contrato com laboratório americano vai permitir que países fabriquem e comprem ANTIRRETROVIRAIS mais baratos 
Negociação teve o apoio do Brasil, mas, segundo a farmacêutica, país tem renda alta demais para ser beneficiado 
CLAUDIA ANTUNES 
DO RIO 
O Brasil foi excluído do primeiro acordo assinado entre uma farmacêutica privada e o Pool de Patentes de Medicamentos. 
O contrato autoriza a produção e a comercialização de genéricos de remédios contra a AIDS, o que possibilita que seus preços caiam. 
O pool é uma fundação autônoma financiada pela Unitaid, organismo criado há cinco anos com apoio do Brasil para facilitar o tratamento contra o vírus HIV, a malária e a TUBERCULOSE, principalmente em países pobres. 
Cada um dos 29 países doadores contribui de uma forma para o fundo. 
No Brasil, uma lei recém-aprovada autoriza o governo a doar US$ 2 à Unitaid por passageiro que embarque para o exterior (US$ 12 milhões por ano). Por impedimento legal, o país não cobrará a taxa dos viajantes, como fez a França, por exemplo. 
O acordo entre o pool e a americana Gilead autoriza fabricantes indianos a produzir genéricos de três drogas anti-AIDS e de uma combinação dos três. A empresa receberá royalties de 3% a 5% das vendas. 
O número de países com acesso a esses genéricos vai de 99 a 111, dependendo da substância. Além do Brasil, ficaram de fora China, México, o norte da África e quase todos os sul-americanos, exceto Bolívia e Equador. 
A maioria dos excluídos está no grupo que o Banco Mundial classifica como de "renda média alta", com renda per capita entre US$ 3.976 e US$ 12.275 anuais. 
Para ter acesso aos genéricos, eles deverão negociar preços com a empresa ou fazer o licenciamento compulsório, previsto pela Organização Mundial do Comércio. 
CRÍTICAS 
A exclusão foi criticada por grupos que lidam com acesso à saúde. Segundo eles, foram contrariados dois princípios do pool: que todos os países em desenvolvimento sejam beneficiados e que não exista restrição não técnica à fabricação. 
"Fabricantes da Tailândia e do Brasil, que têm capacidade de produzir, foram deixados de fora. O acordo dificulta a redução de preços via concorrência ao limitar a fabricação a um país, a Índia", disse a ONG Médicos sem Fronteiras. 
Um manifesto de 70 entidades latino-americanas, incluindo a Abia (Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS), qualificou o contrato de "frustrante". 
O sanitarista Paulo Roberto Teixeira, do conselho administrativo do pool, diz que está "ciente das limitações do acordo", mas o defende: "Ele cobre mais de 80% da epidemia", afirma. 
Ele lembra que o pool é só um dos mecanismos da campanha de acesso às drogas. "O acordo não interfere no direito de outros países de adotar salvaguardas para a produção de genéricos". 
Teixeira afirma que o contrato deixa aberta a possibilidade de que mais países ou consórcios de países beneficiados consigam permissão para fabricar genéricos dos remédios da Gilead, ao lado da Índia.

Last Updated on Sunday, 24 July 2011 04:49

Hits: 7776

Transmissão do HIV de Mãe para Filho

Transmissão do HIV de Mãe para Filho

Uma mulher HIV -positiva pode transmitir o vírus para seu filho durante a gravidez, no trabalho de parto e parto, ou através da amamentação. Na Europa e nos EUA, são infectados de 15% a 20% dos bebês nascidos de mulheres HIV -positivas que não tomam medicamentos anti-HIV . Na maioria dos casos, acredita-se que o vírus seja transmitido durante as últimas semanas de gestação ou durante o parto.

Fatores que aumentam o risco

A probabilidade de uma criança contrair HIV da mãe é maior se: sua infecção pelo HIV estiver em estágio avançado ou se ela tiver AIDS; sua carga viral estiver alta ou sua contagem de CD4 baixa; sua bolsa romper até quatro horas antes do parto; o parto for normal, ao invés de parto cesariano planejado; o parto for difícil, requerendo o uso de episiotomia ou fórceps; ela tiver infecção genital, como por exemplo a clamídia, uma infecção sexualmente transmissível; usar drogas ilícitas no período de gestação; ou se amamentar o bebê. A probabilidade do bebê ser contaminado também aumenta se a mãe for infectada pelo HIV durante a gravidez.

Amamentação

Se a mãe HIV -positiva amamentar seu bebê, o risco de infecção praticamente dobra, e passa a ser de, aproximadamente, um em cada três bebês. Por isso, se houver uma alternativa mais segura do que o leite materno, as mães são aconselhadas a não amamentar. No Reino Unido, dar mamadeira aos recém-nascidos é uma prática considerada confiável.

Medicamentos para prevenir a transmissão da mãe para o filho: AZT e nevirapina

O AZT (zidovudina), medicamento usado no tratamento contra o HIV , tem demonstrado reduzir o risco de transmissão da mãe para o filho. Em um dos estudos, gestantes receberam comprimidos de AZT durante os últimos seis meses de gravidez e AZT intravenoso durante o trabalho de parto e durante o parto, e seus bebês tomaram xarope de AZT nas seis primeiras semanas após o nascimento. Além disso, as mães foram aconselhadas a não amamentar. É muito menos provável que essas mulheres transmitam HIV para seus bebês do que as que não tomaram o AZT. O uso deste medicamento durante a gravidez reduziu o número de transmissões a níveis baixíssimos no Reino Unido, em parte da Europa e nos Estados Unidos.

Estudos realizados em países com recursos limitados mostram que o risco de transmissão ainda é reduzido pela de, mesmo quando o tratamento com o AZT é iniciado após meses de gestação, ou próximo ao dia do parto.

Entretanto, o tratamento somente com o AZT é inadequado para a mulher, podendo limitar suas opções de tratamento no futuro caso ela desenvolva resistência ao medicamento. Até agora, pesquisas sugerem que esse problema não é freqüente quando o AZT é usado somente durante o período de gestação. Contudo, é provável que o AZT não seja tão eficaz na redução dos níveis de transmissão de mãe para filho em uma mulher que já o tiver tomado antes da gravidez.

Experiências recentemente realizadas na África mostram que as chances da mãe transmitir HIV ao seu filho podem ser drasticamente reduzidas se ela tomar a dose única de nevirapina durante o trabalho de parto e se o bebê tomar a mesma dose após o nascimento. No entanto, há dúvidas sobre o possível surgimento da resistência ao medicamento e, caso a mulher esteja tomando o HAART (terapia anti-retroviral altamente potente), ela não deve tomar a dose única de nevirapina.

Parto cesariano

Se o bebê nascer de parto cesariano planejado, ao invés de parto normal, o risco de transmissão diminui. A “cesariana facultativa”, como também é chamada, é programada para a 38a semana de gestação, ou mesmo antes, se o trabalho de parto for antecipado. Pesquisas sugerem que o tratamento anti-HIV no período de gestação, associado ao parto cesariano planejado, pode reduzir o risco de transmissão para até 2% (1 em 50). No entanto, o parto cesariano pode resultar em riscos para a mãe.

Tratamento durante a gestação

As mulheres que engravidam com a contagem de CD4 alta e a carga viral baixa têm menor probabilidade de transmitir HIV para seus filhos. É provável que estas mulheres não precisem de tratamento e, por isso, são aconselhadas a começar o tratamento com o AZT após a 14a semana de gestação.

As gestantes são encorajadas a tomar qualquer remédio que necessitem, com exceção do medicamento anti-HIV efavirenz, o qual não é recomendado para as grávidas. Isso siginifica que as terapias anti-retrovirais, consideradas como o tratamento padrão para adultos com HIV , são atualmente administradas por um maior número de mulheres que engravidam após terem sido infectadas. Acredita-se que esses tratamentos sejam mais eficazes na prevenção contra o HIV do que o AZT, devido sua eficiência na redução da carga viral da mãe, embora ainda não se saiba ao certo.

Mulheres que engravidam durante o tratamento

Dado que o feto atinge seu período de maior vulnerabilidade a qualquer efeito tóxico causado por medicamentos durante as primeiras 14 semanas de gestação, é provável que o risco do bebê nascer deficiente aumente nesse período se a mãe tomar medicamentos anti-HIV . No entanto, o risco de transmissão pode aumentar se ela interromper o tratamento, devido à possibilidade da carga viral aumentar. Por isso, recomenda-se que as mulheres continuem o tratamento durante a gravidez.

Efeitos colaterais no bebê

Não foi registrado, até agora, nenhum aumento no risco do bebê nascer deficiente, ou ter problemas de crescimento, em crianças nascidas de mães expostas ao AZT durante a gestação. Contudo, um monitoramento contínuo dessas crianças ainda é importante. No momento, há muito menos informação com relação à eficácia de outros medicamentos anti-HIV . Um pequeno estudo realizado com gestantes em tratamento com AZT e 3TC, contendo ou não inibidores de protease, revelou um alto índice de nascimentos prematuros e um pequeno número de bebês nascidos com anormalidades. No entanto, outros estudos não demonstraram o mesmo. Um vasto estudo desenvolvido nos EUA, publicado em 2002, revelou que os inibidores de protease não aumentam o risco dos bebês nascerem prematuros ou com baixo peso. Entretanto, o hábito de fumar, beber ou usar drogas, durante a gravidez, foram as causas de partos prematuros e defeitos de nascença.

Informativo 28 – Revisto janeiro 2004

Tradução Ana Paula Veloso Dias

Last Updated on Monday, 08 June 2009 09:08

Hits: 5842

Sarcoma de Kaposi

Sarcoma de Kaposi

O Sarcoma de Kaposi (SK) se manifesta com hematomas na pele, nas membranas mucosas ou nos órgãos internos.

Pode afetar pessoas em todos os estágios da infecção por HIV, assim como algumas pessoas HIV-negativas. É improvável que a doença seja séria, desde que a contagem de células CD4 seja superior a 250. Pessoas com contagens de CD4 mais baixas têm maior probabilidade de desenvolver o SK que afeta os órgãos internos, como os linfonodos ou pulmões, com conseqüências que ameaçam potencialmente a vida.

Hoje, acredita-se que a causa do SK seja um vírus chamado human herpes virus 8 (HHV-8) [herpes vírus humano 8], o qual é também conhecido como Kaposi"s sarcoma-associated herpes virus (KSHV) [herpes vírus associado ao sarcoma de Kaposi]. Pensa-se que o HHV-8, juntamente com outros fatores – como repressão imunológica ou outros efeitos do HIV no organismo – estimulam a transformação das células normais para tumores.

Ambos HHV-8 e o próprio Sarcoma de Kaposi são bem mais comuns entre homossexuais ou homens bissexuais HIV-positivos, africanos e mulheres infectadas por homens bissexuais do que outros grupos de pessoas com HIV. Teorias anteriores sobre as causas do SK, como a de que a doença estaria ligada ao uso de poppers (nitritos inalados) por homossexuais, têm sido agora descartadas.

O HHV-8 parece ser sexualmente transmissível, embora possam existir outras formas de transmiti-lo. Ainda não há exame disponível para detectar o HHV-8; mesmo se houvesse, um exame poderia não ser útil, visto que não se sabe em que proporção pessoas HIV-positivas infectadas pelo HHV-8 continuarão a desenvolver o SK.

Diagnóstico e tratamento

A melhor maneira de diagnosticar o SK é retirando uma amostra da lesão cutânea. Por outro lado, médicos experientes podem fazê-lo apenas olhando. Já o SK interno pode freqüentemente ser detectado por radiografia e instrumentos de vizualização por fibra ótica.

Se há poucas lesões na pele, se sua contagem de CD4 é alta e se as lesões não lhe estão causando aflição ou constrangimento, você e seu médico podem decidir não tratar do SK. Alguns centros ou organizações para a AIDS, como a Cruz Vermelha, podem-no aconselhar sobre os meios de camuflar as lesões com o uso de cosméticos.

Entretanto, ao longo do tempo, o SK geralmente progride e espalha-se na falta de tratamento. Usualmente, médicos recomendarão o tratamento do ‘prognóstico sério’ do SK (ou seja, o SK que tem probabilidade para se desenvolver rapidamente), quando há, por exemplo, muitas lesões, quando elas afetam os órgãos internos, ou quando sua contagem de CD4 é baixa.

Em muitos casos, a melhor maneira para tratar o SK pode ser inibindo o HIV e estimulando o sistema imunológico, utilizando uma combinação de medicamentos anti-HIV. Assim como ocorre com a maioria das outras infecções oportunistas, tem havido muitos casos de pessoas cujos SK melhoraram ou desapareceram quando elas começaram a tomar combinações baseadas em inibidores de protease. Evidências estimuladoras apareceram recentemente mostrando que, ao triplicar as combinações de NRTI [Inibidores de Transcriptase Reversa Nucleosídeos] e as combinações incluindo um NNRTI [Inibidores de Transcriptase Reversa Não-Nucleosídeos], um efeito igualmente poderoso sobre o SK é produzido.

Há também uma série de tratamentos específicos para o SK. Se este apenas afeta sua pele, é possível utilizar terapias de uso tópico, como gels ou cremes, de radiação local, injeções de quimioterapia nas lesões, ou métodos que as congelam ou queimam.

Para casos mais graves do SK, você pode ser aconselhado a considerar tratamentos ‘sistemáticos’ que alcançam o corpo todo, como injeções de quimioterapia ou interferon. Medicamentos com lipossoma são tão eficazes quanto os anteriores, porém consideravelmente menos tóxico do que os medicamentos padrões de quimioterapia.

No futuro, os medicamentos que inibem o HHV-8 poderão ser usados para tratar o SK. Contudo, eles podem não funcionar contra as lesões do SK que já estejam formadas. Por exemplo, alguns linfomas são causados pelo vírus comum EBV, mas medicamentos anti-EBV parecem não ser eficazes contra os linfomas uma vez que eles tenham começado a se formar.

Tradução Marcela Takahashi Frota

Informativo 16 – Revisto Janeiro 2004

Last Updated on Monday, 08 June 2009 08:44

Hits: 4963

More Articles...

  1. A luta agora é contra o preconceito
  2. AIDS/HIV: Complicações frequentes
  3. Carga viral detectável significa risco de superinfecção nos casais HIV-positivos de longa data
  4. Lavagem de esperma
  5. Ativista conta em palestras como venceu o vírus do HIV
  6. Lei proíbe exames de HIV como condição de admissão e matrícula
  7. AIDS: Na cidade pequena e na família
  8. 255.000 não sabem de sua sorologia e estão adoecidos por HIV
  9. #soropositivoorg : Adesão do paciente ao tratamento é um dos problemas enfrentados
  10. Prognóstico
  11. Antiretrovirais: Quanto menos, melhor
  12. #soropositivoorg: Problemas ósseos atingem 17% dos pacientes com HIV
  13. Perda de Peso
  14. Orientações para casais com HIV que querem ter filhos
  15. Disfunção Sexual
  16. Portadores de HIV são resistentes às adversidades
  17. Preconceito em cidades menores - Ainda pior...
  18. Cândida
  19. Os rins
  20. Ciclo de Vida do HIV
  21. Cocaína
  22. Pacientes com HIV enfrentam falta de remédios e médicos nos postos
  23. Falta de informação sobre lipodistrofia gera polêmica entre ativistas de São Paulo
  24. Segundo o Globo Online, pacientes com HIV enfrentam falta de remédios e médicos em postos do RJ, além da demora para realização de exames
  25. Preconceito ainda barra combate à AIDS
  26. Resistência aos Medicamentos Anti HIV
  27. Aids, 30 anos: perigo para todas as idades
  28. Pâncreas
  29. Poder Judiciário ignora aspectos científicos em alguns processos criminais envolvendo a transmissão do HIV
  30. 34 milhões têm HIV
  31. Forçar ou não o Tratamento? Para médicos, dilema sobre tratamento da AIDS
  32. Apenas um terço da população mundial com HIV tem acesso a tratamento
  33. Perda de Peso
  34. Colesterol
  35. Álcool
  36. Imigração e prevenção: o efeito da migração nos comportamentos de risco
  37. Náusea e Vômito
  38. Quem tem HIV não participa! A PQP
  39. Ciclo de Vida do HIV
  40. Sífilis
  41. Os rins
  42. Antirretrovirais dobram risco de deficiência de vitamina D em soropositivos
  43. Candida
  44. Mais pessoas são tratadas do HIV
  45. Ciertas manifestaciones del estigma resultan especialmente hirientes para las personas con VIH
  46. Soropositivos morrem mais de doença do coração do que de AIDS
  47. La deportación de inmigrantes con VIH a menudo contraviene los tratados sobre derechos humanos
  48. #soropositivoorg : El riesgo de sufrir problemas renales es similar usando tenofovir que tomando ITIN alternativos
  49. Progressão rápida da fibrose do fígado em gays seropositivos para o VIH recentemente infectados com Hepatite C
  50. Se emplea la ‘exposición’ al VIH por un mordisco como base para una acusación de terrorismo en un caso en EE UU
  51. Alterações cognitivas relacionadas com as contagens mais baixas de células CD4 (nadir), mesmo quando em tratamento supressivo do VIH
  52. Micaela Cyrino: AIDS: "não levo a doença como um peso além do que é"
  53. HIV: Falta apoio aos Soropositivo
  54. Portadores de HIV são discriminados na Holanda
  55. Envelhecimento prematuro visto como problema para os sobreviventes da AIDS
  56. Cérebro: Esconderijo do HIV
  57. Pfizer vai reduzir preços praticados em países pobres
  58. Fadiga
  59. El tratamiento del agua no reduce los casos de diarrea en bebés nacidos de madres con VIH en Kenia
  60. O Coração
  61. 22/07/2010 - Ativistas brasileiros reúnem-se com representantes do Departamento de AIDS para monitorar a distribuição de remédios. Transição da diretoria motivou a iniciativa
  62. Tratamentos para controlar HIV envelhecem o cérebro prematuramente
  63. Dirceu Greco diz que assumirá o Departamento de Aids em situação “confortável”, mas ressalta que desabastecimento de medicamentos é “ponto sensível”
  64. Agenda para medicamentos
  65. As pessoas HIV+ são mais vulneráveis às DSTs?
  66. Aderência
  67. No Quénia ocidental, os homens têm maior probabilidade que as mulheres de abandonar os cuidados de saúde
  68. Cambios sutiles en el sistema inmunitario poco después de la infección por VIH revelan quién puede beneficiarse de un tratamiento más temprano
  69. Un marcador genético consigue predecir la pérdida de grasa debida a d4T en un grupo de pacientes tailandeses
  70. Em Lisboa, 3% dos casos de Tuberculose são extremamente resistentes aos medicamentos
  71. Testes de Resistência
  72. Você e o Seu Médico
  73. As pessoas vão viver cada vez mais tempo com câncer. E morrer cada vez menos por causa de dele
  74. Tratamento anti-retroviral
  75. A surpreendente cura da infecção pelo HIV
  76. Filhos de portadoras de HIV poderão receber leite em pó
  77. Soropositivos sem a vergonha de SEREM FELIZES
  78. Portadores do HIV quebram silêncio
  79. Par INSS AIDS não é doença incapacitante
  80. #soropositivoorg : Un metanálisis muestra que el consumo de alcohol tiene un impacto negativo sobre la adhesión a los antirretrovirales
  81. Cantora alemã reconheceu ter omitido dos parceiros que tinha o vírus da SIDA. Mas, disse, não quis fazer mal a ninguém. O caso pôs na ribalta mundial a criminalização da transmissão do VIH
  82. People with HIV face more problems from living longer
  83. Os resultados continuam a melhorar nos doentes infectados pelo VIH no Reino Unido
  84. "Há irregularidades, mas não são a regra"
  85. Mais um drible na sentença de morte - A dura realidade de quem convive há muito tempo com a doença.
  86. Amplo acesso aos ANTIRRETROVIRAIS na América Latina é um "mito".
  87. Investigadores daneses encuentran más pruebas que vinculan el tratamiento con abacavir a un mayor riesgo de ataque al corazón
  88. La mala calidad de vida está vinculada con una peor tasa de supervivencia en pacientes que toman tratamiento anti-VIH
  89. Los factores de riesgo estándar de enfermedad cardíaca pueden infravalorar el peligro en personas con VIH
  90. Cuatro millones de personas toman tratamiento anti-VIH, pero aún hay otros cinco millones que lo necesitan
  91. Se estabiliza la transmisión de VIH resistente a fármacos en Europa
  92. Criminalização da transmissão do HIV
  93. #soropositivoorg : La proporción de personas con trabajo se incrementa cuanto mayor es el tiempo bajo tratamiento antirretroviral
  94. Sexo com AIDS e sem proteção: é crime?
  95. Los compañeros de adhesión ofrecen una mejora a corto plazo, pero no un beneficio a largo, según un estudio nigeriano

Soropositivo.Org agosto de 1º de Agosto de 2000 a 2012. Este site é mantido por uma só pessoa, que gastava, em média, US$ 400,00 por mês para manter este site on line, até que a HOSTDIME BRASIL, dando um exemplo de responsabilidade social me garantiu um servidor dedicado ao soropositivo.org pro três meses. Não sei o que acontecerá depois. Mas confio que eles não me faltarão. Mas eu trabalho 12 horas por dia na frente deste micro para manter este site operante e e minhas fontes e renda são pequenas consultorias em TI para pequenos organismos não governamentais... Peço, que você considere a possibilidade de uma doação de qualquer valor, tendo em conta a utilidade que este site pode ter para você e dezenas de outras pessoas. Todo o material deste site pode ser republicado desde que a fonte original seja declarada

Top Desktop version




Hoje é dia vinte e um de Maio , Segunda-feira, ! do ano dois mil e doze!
Olá! Boa noite! Seja bem vindo(a). Você chegou aqui as 19:59
Conhecereis a verdade e a verdade, afinal, vos fará livres
Há vida depois do HIV! Há vida com HIV!
Mas com preconceito.... NÃO!

Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.

O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de

atividades na comunidade onde se vive.

“Constituição Da República Federativa Do Brasil:

TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos


Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À

Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”

Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.

Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos


O Webmaster deste site dá consultorias em TI para instituições do terceiro setor com preços para o terceiro setor!. ONGS AIDS, ONGS LGBT, ONGS Ambientais, Associações etc.

Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.

Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.