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Prevenção

Circuncisão: No Brasil, governo não proíbe nem recomenda


AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS

 

Fernanda Bassette - O Estado de S.Paulo

 

No Brasil, o Ministério da Saúde não recomenda nem proíbe fazer a circuncisão em bebês - a decisão de realizar ou não a cirurgia na criança cabe aos pais e, caso a família decida operar, o procedimento é coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Segundo Ivo Brito, coordenador da área de direitos humanos, riscos e vulnerabilidade do DEPARTAMENTO DE DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a prática é recomendada como medida de saúde pública nos EUA, no Canadá e na Austrália, embora não seja compulsória.

 

"No Brasil não há recomendação explícita de fazer a circuncisão em bebês como uma medida de saúde pública. Aqui, a cirurgia só é recomendada quando há indicação precisa, como a fimose (estreitamento anormal da pele que recobre a glande)", diz.

 

Se a fimose não for operada, ela cria um ambiente úmido e difícil de ser higienizado, que favorece a proliferação de germes, vírus e bactérias no local. Por isso, vários estudos internacionais apontam que homens circuncidados têm menos risco de desenvolver câncer de pênis e de contrair o HIV, além de outras doenças sexualmente transmissíveis.

 

"Em locais com epidemias elevadas de HIV, como a África, a circuncisão é um fator de proteção do homem. Estudos demonstram que a proteção de homens circuncidados chega a até 65%", explica Brito.

 

Crianças. José Gabel, do departamento de pediatria ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz que, do ponto de vista científico, a circuncisão "é comprovadamente benéfica para as crianças". "Mesmo assim, a orientação no Brasil é só fazer a cirurgia em caso de fimose."

 

Paschoal Napolitano Neto, cirurgião pediátrico do Hospital Edmundo Vasconcelos, diz que a cirurgia de fimose é bastante comum em meninos com mais de 3 anos. Antes disso, diz Neto, o pós-operatório é complicado.

 

De acordo com Neto, também é comum que a criança faça circuncisão se, por acaso, for operar de uma hérnia, por exemplo. Assim, os médicos aproveitam a anestesia. "Não recomendamos fazer a cirurgia em recém-nascidos. Mas se os pais forem judeus ou muçulmanos eu faço a cirurgia. Não discuto religião", diz.

 

Segundo o Ministério da Saúde, no ano passado foram realizadas 31.924 cirurgias de fimose em meninos de 0 a 15 anos. Até abril deste ano foram registrados 9.652 procedimentos.

 

 


O ESTADO DE S. PAULO - SP | VIDA

Last Updated on Sunday, 12 June 2011 16:50

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Grande sucesso na prevenção dirigida a trabalhadoras do sexo e homens que têm sexo com homens na Índia

Grande sucesso na prevenção dirigida a trabalhadoras do sexo e homens que têm sexo com homens na Índia

 

Roger Pebody, Tuesday, August 19, 2008
De acordo com os resultados de uma avaliação apresentada por Álvaro Bernejo da International HIV/AIDS Alliance, na Conferência Internacional SIDA na Cidade do México, um programa de prevenção do VIH, dirigido a homens que têm sexo com homens e a trabalhadoras do sexo na Índia, tem tido um enorme impacto no aumento do uso reportado de preservativo e na diminuição da incidência de ISTs.

O programa fez parte da International HIV/AIDS Alliance’s Frontiers Prevention Project, que concentra esforços nos países de menor prevalência nos quais a epidemia ainda não está generalizada, mas está concentrada em grupos, tais como, trabalhadoras do sexo e homens que têm sexo com homens. A Frontiers aponta para o apoio a organizações parceiras locais, no desenvolvimento de programas de prevenção para o VIH que possam fornecer um pacote completo de intervenções, incluindo o aumento da oferta de serviços assim como o reforço do poder da comunidade. As intervenções focam-se nos grupos populacionais que são mais vulneráveis ao VIH e a quem são oferecidos serviços de modo intensivo para garantir uma "cobertura de saturação", com o objectivo de que a vasta maioria dos grupos-alvo da população possa aceder aos serviços oferecidos.

Andhra Pradesh, o estado mais populado do Sul da Índia e um dos 6 estados Indianos com a maior prevalência de VIH, ofereceu o programa que consistia em:

  • Promoção focada na saúde individual;

  • Expansão em larga escala dos serviços mais requisitados - 60 novas clínicas de saúde sexual, distribuição de preservativos, tratamento para pessoas com VIH;

  • Mobilização de comunidades - envolvimento no planeamento do programa, envolvimento nos serviços de entrega, chegar aos trabalhadores das comunidades e promover o seu acesso aos serviços;

  • Intervenções estruturais e ambientais para criar um ambiente capacitante - por exemplo, a criação de drop-in centers;

  • Aumento do poder e capacidades das ONGs locais.


Também foi considerado um "programa modelo" uma vez que uma parte significativa dos recursos foram devotados à avaliação externa. Foram recolhidos os dados quantitativos de 2.182 trabalhadoras do sexo (TdS) e 2.929 homens que têm sexo com homens (MSM) na mesma linha de referência, no fim de 2003 e princípio de 2004. Seguindo a implementação, os seguintes dados foram recolhidos em 2007, de 2.374 TdS e 2.014 MSM em 24 locais.

No entanto, o plano inicial era conduzir uma avaliação em ambas as áreas apontadas pela intervenção, e numa série de áreas de "controlo" que não receberam a intervenção.

Contudo, a vida real provou ser menos fácil de controlar, porque uma outra agência, a AVAHAN, começou a implementar um leque similante de actividades nas áreas de controlo. Por isso, os resultados apenas comparam os dados recolhidos inicialmente e os resultados quatro anos depois.
A avaliação teve em conta os resultados de um uso auto-reportado de preservativos e para episódios de infecções pelo vírus Herpes HSV-2 e Sífilis ( os testes eram realizados nas entrevistas). Os directores do programa acreditavam que o aumento do uso de preservativos e a diminuição das ISTs levaria à descida da incidência do VIH.

Houve um aumento massivo no uso de preservativos com o seu último parceiro masculino por parte dos MSM – de 58% na linha de referência para 91%. O uso de preservativos com o último cliente, por parte das TdS, aumentou de 70% para 98%.

Muitos dos MSM eram casados, e o uso de preservativo com a última parceira sexual aumentou de 15% para 41%. Este foi um aumento a pique embora a maioria dos MSM continuasse a não usar preservativos com as suas parceiras do sexo feminino.

Igualmente, o uso de preservativos com parceiros regulares por parte das Trabalhadoras do Sexo era limitado (ao contrário dos seus clientes). Aumentou de 6% para 22%.

Embora o uso do preservativo auto-reportado seja sujeito a problemas de confiança, Álvaro Bernejo referiu que havia uma correlação entre o uso reportado do preservativo e o número de ISTs.

Houve também uma redução drástica das ISTs. As taxas de sífilis em MSM desceram de 26% para 9%, e para as TdSs, a queda foi de 23% para 10%.

As taxas de infecção por HSV-2 desceram de 37% para 13% nos MSM e de 50% para 23% nas TdSs.

Bernejo atribuiu o sucesso do programa ao alcance da saturação, e sugeriu que existe um “ponto de viragem” a partir do qual as intervenções comportamentais começaram a ter um impacto sério. Além disso, Bernejo referiu que a implementação do programa foi sujeita a um nível exigente de gestão e contabilidade, o que pode ser necessário para um desenvolvimento de programas de prevenção.

Referência

Bernejo A et al. Condoms and STIs: the impact of a four year focused prevention programming at scale amongst MSM and FSWs in Andhra Pradesh (AP) India - results of an evaluation study. XVII International AIDS Conference, Mexico City, August 6 2008, abstract WEAC0202.

Tradução

GAT - Grupo Português de Activista sobre Tratamentos VIH/SIDA

 

Last Updated on Sunday, 07 June 2009 17:31

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Prevenção: não há uma varinha mágica para resolver a prevenção, precisamos de prevenção combinada

Prevenção: não há uma varinha mágica para resolver a prevenção, precisamos de prevenção combinada

Roger Pebody & Gus Cairns, Tuesday, August 19, 2008
Quer seja descrita como “prevenção combinada” quer como “prevenção contra a infecção VIH altamente eficaz”, na Conferência Internacional da SIDA na Cidade do México, foi enfatizada a necessidade de programas de prevenção em múltiplas frentes. Tal foi particularmente sublinhado numa sessão especial convocada pela revista The Lancet a 5 de Agosto, onde alguns dos mais cotados investigadores apelaram ao reforço da prevenção do VIH, tal como tem sido feito com as campanhas que visam garantir o acesso universal ao tratamento para o VIH.

Jeff O’Malley do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas disse que a história da prevenção contra o VIH foi uma história de soluções separadas e falhadas. Embora muitos oradores estivessem optimistas quanto ao facto de um microbicida bem sucedido ou um produto de profilaxia de pré-exposição poder ser produzido em breve, afirmou-se que novas tecnologias de prevenção como estas não tornarão o trabalho sobre a mudança de comportamentos obsoleto, mas será necessário que seja mais eficaz.

Thomas Coates da Universidade de Califórnia afirmou que, confiar apenas em uma ou duas estratégias de prevenção seria equivalente a usar monoterapia para controlar o VIH, o que é ineficaz.

Argumentou que qualquer intervenção de prevenção de sucesso, até a data, foi sempre o resultado de “uma combinação de múltiplas estratégias e várias opções de redução de riscos com forte liderança e envolvimento da comunidade que tenha sido mantida durante um longo período de tempo”.

A prevenção requer por isso:

  • Mudanças de comportamento, como a redução de relações simultâneas e o uso consistente do preservativo


  • Estratégias biomédicas como a circuncisão e a prevenção da transmissão mãe-filho


  • Tratamento da infecção pelo VIH, outras viroses e infecções sexualmente transmissíveis


  • Justiça social e direitos humanos.


Os sucessos da prevenção envolveram geralmente esforços iniciais dos activistas das comunidades confrontando o estigma e a negação associada ao VIH e com subsequente liderança política forte. Os oradores sublinharam que intervenções para mudanças de comportamento comprovadas e novas tecnologias de prevenção terão apenas um impacto limitado se realizadas em ambientes sem justiça social e sem respeito pelos direitos humanos.

Não foi a primeira vez que houve um apelo para que a prevenção do VIH aborde factores, tais como, a pobreza e a marginalização de género e social. No entanto, Jessica Ogden, do Centro Internacional de Investigação sobre Mulheres em Washington DC, disse que tal ênfase estava, desde há muito tempo atrasada, para que se pudesse pensar tratar o VIH como uma emergência de curto prazo. E que é necessário planear uma resposta a longo prazo.

Mesmo assim, reconheceu que a incorporação de tais abordagens na prevenção do VIH coloca desafios. A relação entre um factor estrutural e o comportamento de risco para o VIH é complexa e difícil de definir. Além disso, a mudança social não é um processo que possa ser implementado de cima para baixo e pré-planeado, mas é dinâmico e imprevisível porque envolve muitos factores e não pode, geralmente, ser replicado de um ambiente social para outro.

Nancy Padian, da Women’s Global Health Imperative, recapitulou o espectro das intervenções biomédicas disponíveis para bloquear a infecção pelo VIH. Rejeitou a habitual divisão histórica das intervenções em tratamento e prevenção e, em vez disso, propôs juntar todas as intervenções que dependem do uso dos medicamentos anti-retrovirais, o que tem o benefício de dispor de muitas intervenções comprovadas e validar algumas das mais prometedoras que juntam os dois aspectos.

O uso de medicamentos anti-retrovirais (ARVs) para prevenir a transmissão mãe-filho e na profilaxia de pós-exposição está já bem comprovado. Foi objecto de numerosos debates o efeito do uso deste medicamentos na redução abrupta da infecciosidade das pessoas com VIH. Além disso, há a esperança de que os “anti-retrovirais orais” sejam eficazes como profilaxia pré-exposição (PreP). Os microbicidas mais prometedores, após os resultados decepcionantes com outros produtos, usam medicamentos ARVs e são agora, muitas vezes denominados “preparados tópicos anti-retrovirais”.

Sublinhou, também, a necessidade da adesão consistente para o uso de estratégias biomédicas e comparou as estratégias que requereriam um único ou um número limitado de decisões (circuncisão, vacina) com as que requerem uma adesão diária (tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, anti-retrovirais orais, anti-retrovirais tópicos). O maior desafio para a adesão envolve técnicas, como o uso consistente de preservativos masculinos, que requerem a adesão durante todo a vida activa sexual.

Sobre o tópico da mudança de comportamentos, Thomas Coates avisou os investigadores de prevenção para não tentarem reduzir o sexo a um “acto anti-séptico”. Os seres humanos têm sexo “por uma multiplicidade de razões: para procriar, por prazer, por dinheiro ou porque não têm escolha” e a prevenção requer mudanças significativas e radicais nesta que é a mais complexa das actividades humanas.

Não foi o único orador a criticar o pressuposto de que a prevenção do VIH devia ser tratada como a restante prática médica relacionada com a infecção pelo VIH e ser testada em ensaios randomizados controlados antes de ser adoptada. “Tornamo-nos escravos dos ensaios randomizados controlados e adaptamos as intervenções à ciência”, afirmou Coates. “Temos que adaptar a ciência às intervenções.”

Stefano Bertozzi, Director do Departamento de Economia no Instituto Nacional de Saúde, disse que a prevenção do VIH não inverteu o curso da epidemia por três razões:

  • As intervenções disponíveis não eram suficientemente eficazes


  • Não havia recursos financeiros para a prevenção


  • Os fundos eram frequentemente desperdiçados devido à má implementação das intervenções disponíveis.


Bertozzi falou principalmente sobre o terceiro ponto. Declarou que o dinheiro tinha sido desperdiçado por duas razões. Primeira, os fundos tinham ido para intervenções sem eficácia comprovada e avaliação. Disse que, com demasiada frequência, “fizemos sem aprender enquanto fazíamos”. Elementos de investigação operacional deveriam ser construídos para todos os programas de prevenção e os programas têm de ter a capacidade de ser inteiramente alterados se não estão a chegar às pessoas na idade certa, com o perfil de risco que se quer ou a chegar aos sítios certos.

Declarou também que o dinheiro foi frequentemente desperdiçado devido a altos custos, fraca qualidade e baixa cobertura em muitos programes. Apresentou um gráfico que mostra que, regra geral, o custo por teste nos centros de teste voluntário e gratuito com pré e pós aconselhamento, desceu nos últimos anos por se ter introduzido uma economia de escala. No entanto, em países como a Índia o aumento na eficácia foi consistente, enquanto que em outros, como a Rússia e México, existem disparidades enormes – cuja magnitude dos resultados chega à ordem de vários múltiplos – entre o custo por pessoa testada em programas. Bertozzi defendeu também que, no futuro, o financiamento dos programas de prevenção deve estar relacionado com os resultados e à performance e deve-se aderir a um modelo empresarial: “Não pudemos imaginar que a McDonald’s não sabe quantos hamburgers vendeu, mas na prevenção limitamo-nos a entregar o dinheiro”.

Sublinhou a necessidade urgente de parcerias público/privadas para a prevenção, como acontece na Índia, onde o financiamento, responsabilidade e implementação da prevenção do VIH está partilhada entre o Governo Central, os Estados e o Instituto Avahan, um iniciativa de prevenção financiada pela Fundação Gates, que em alguns estados gere a maioria dos programas. O Instituto Avahan recrutou pessoal do sector privado e usa modelos empresariais para garantir que os métodos de prevenção são dirigidos consistentemente às populações mais em risco.

Peter Piot, Director Executivo da ONUsida of UNAIDS, também chamou a atenção para o projecto Avahan como merecedor de elogios. Concordou com Tom Coates, que a prevenção do VIH deve ”gerar mudanças sociais de modo sistemático” e com todos os outros oradores que a procura da “varinha mágica” na prevenção era coisa do passado, comentando que usar apenas uma ou duas estratégias pode ser contraproducente.

Peter Piot apelou de novo à “Liderança política e técnica sustentada” na prevenção do VIH e “coragem política nos campos da sexualidade, género, uso de drogas e redução de riscos”. Pediu também a participação dos activistas na prevenção, citando o bom exemplo do Treatment Action Campaign in South Africa que, apesar do nome, fez uma campanha vigorosa a favor da educação sexual e existência de preservativos nas escolas. Piot pediu à comunidade de activistas VIH para ajudarem a desenvolver um “quadro de trabalhadores da comunidade competentes em prevenção.”

O ponto de Peter Piot sobre coragem política foi ironicamente recolocado no fim da sessão, quando uma activista trabalhadora do sexo agarrou o microfone e perguntou porque é que a UNOSIDA não tinha dado liderança e apoio aos programas de prevenção para os trabalhadores sexuais. É claro que a prevenção eficaz do VIH assenta na procura de soluções para um conjunto complexo de desafios científicos, sociológicos, estruturais e políticos, mas já existem suficinetes modelos positivos em prática que permitem perceber que estes desafios podem ser resolvidos.

Referência
The Lancet Series on HIV Prevention. XVII Conferência Internacional SIDA, Cidade do México, 5 de Agosto de 2008. TUSS02.

A edição especial do The Lancet publicada em Agosto 2008 inclui análises completas dos modelos de prevenção VIH por diversos autores, nomeadamente pelos oradores desta sessão.

 

http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=1038

http://www.avozdocidadao.com.br/detailAgendaCidadania.asp?ID=1242


Last Updated on Sunday, 07 June 2009 17:32

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20 mil preservativos serão distribuídos


AIDS | CAMISINHA | CONTRACEPTIVOS


Ação será realizada, na próxima segunda-feira (13), na Rodoviária do Plano Piloto, em parceria com o GDF

Redação Jornal Coletivo


Vinte mil PRESERVATIVOS serão distribuídos, na segunda-feira (13), a partir das 16h, na Rodoviária do Plano Piloto, por meio de uma parceria formada entre a Secretaria de Saúde do DF e o Grupo Comunidade de Comunicação (GCC). As camisinhas serão entregues junto com a edição do jornal Coletivo - publicação editada pelo grupo.


A distribuição integra as ações da campanha para estimular o uso da CAMISINHA no Distrito Federal, promovida pela secretaria até o próximo dia 16. Com a mensagem Seja qual for o seu parceiro, use sempre CAMISINHA, órgão orienta a população a procurar o centro ou posto de saúde mais próximo e retirar seus PRESERVATIVOS, sempre que precisar. Mensalmente, a Secretaria de Saúde disponibiliza um milhão de unidades de PRESERVATIVOS.


Segundo dados parciais do órgão, desde a identificação do primeiro caso de AIDS no DF, em 1985, até outubro de 2010, já foram identificados 6.803 mil casos da doença. A incidência tem-se mantido - no período de 1999 a 2008 - em torno dos 18 casos por 100 mil habitantes. Em 2008 e 2009, a incidência foi de 12,3/100 mil/hab. Com relação às taxas de incidência, segundo sexo e faixa etária, em ambos os sexos, o maior número de casos encontra-se na faixa etária de 30 a 49 anos. A transmissão sexual ainda é a principal categoria de exposição.


Levantamento no Centro-Oeste


No Centro-Oeste, 97% das pessoas sabem que o uso do PRESERVATIVO é a melhor forma de prevenir a infecção pelo HIV. O índice de pessoas da região que tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses chega a 81,1%.


Os que afirmaram ter parceria fixa representam 85%. No período, 60% dos que moram na região fizeram uso do PRESERVATIVO na última relação sexual com parceiros casuais. Em todas as relações sexuais com parceiros casuais, 51,6% das pessoas também fizeram uso do PRESERVATIVO.



COLETIVO - DF | CIDADES

 


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Last Updated on Sunday, 12 June 2011 15:53

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VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

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