Category: Gay Created on Sunday, 12 June 2011 16:23 Last Updated on Monday, 02 January 2012 19:26 Published on Sunday, 12 June 2011 16:23 Hits: 3436
|
LGBT
NY à espera do "sim" ao casamento gay Mil ativistas correm contra o relógio para convencer 6 senadores estaduais a mudar de lado e aprovar lei até o dia 20 Michel Euler/ AP Guy Calaf/ New York Times MANIFESTANTES DEFENDEM casamento gay no Bronx, em Nova York (acima); ao lado, Anna Wintour, editora da "Vogue": heterossexuais famosos apoiam aprovação de lei Fernanda Godoy Correspondente NOVA YORK. Juntos há 11 anos, Scott Stewart e Daniel Santiago formam, com o filho Benjamin, de 5 anos, uma família integrada à comunidade de 3 mil habitantes de Corwall-on-Hudson, no norte do estado de Nova York. Scott é funcionário da multinacional Procter & Gamble, e Daniel, servidor do Judiciário. A vida seria absolutamente normal, se eles não fossem um casal gay, e, por isso, obrigados a uma gincana burocrática para assegurar direitos. Scott e Daniel são alguns dos milhares de residentes de Nova York que torcem pela aprovação da legalização do casamento gay no estado, uma batalha que enfrenta seus momentos finais - ao menos nesta sessão legislativa - até a próxima segunda, dia 20. - Esperamos no futuro não ter de enfrentar tantos problemas legais. Tivemos que fazer testamentos detalhados e documentos para garantir o acesso do outro ao hospital se um estiver internado - diz Scott. - As pessoas estão prontas para aceitar essa mudança. É surpreendente que a legalização ainda não tenha acontecido em Nova York - completa Daniel. Apesar do apoio da maioria da opinião pública, a proposta só conta até agora com os votos declarados de 26 senadores estaduais. Faltam seis votos para a maioria de 32. Para evitar uma derrota como a de 2009, o governador de Nova York, o democrata Mario Cuomo, decidiu só enviar o projeto de lei à votação quando a maioria estiver assegurada. Cuomo, eleito em 2010 com a promessa de assinar a lei, se diz "cautelosamente otimista". Voluntária compara causa a direitos civis dos anos 60 O alvo principal da campanha são seis senadores considerados suscetíveis a mudar de lado, entre eles dois democratas. É nos redutos deles (o voto é distrital) que a campanha se concentra, mas não há flash mob, e sim flash dial: ligações conectando o eleitor na rua com o gabinete de seu senador, por meio do celular de voluntários. - O tempo das grandes manifestações de rua já passou. Agora temos um trabalho de horas a fio batendo de porta em porta ou pendurados no telefone. Não é mais aquela empolgação de ficar gritando palavras de ordem na rua - diz Cathy Marino-Thomas, da ONG Marriage Equality. A campanha pelo casamento HOMOSSEXUAL, unificada como nunca na história do movimento gay em Nova York, é coordenada pela aliança New Yorkers United for Marriage, que congrega diversas ONGs do movimento gay. Cerca de mil voluntários trabalham contra o relógio para virar os votos dos seis senadores que podem garantir a aprovação da lei. Julia Benjamin é uma das que dedicam ao menos duas noites por semana para pedir aos eleitores de Nova York que pressionem seu representante no Parlamento estadual a votar a favor do casamento gay. - Cresci ouvindo histórias do movimento pelos direitos civis dos anos 60. Daqui a algum tempo, vamos olhar para trás e ver como é ridículo que homossexuais não possam se casar, assim como parece absurdo que naquela época um negro não pudesse se casar com uma branca - diz Julia, de 28 anos. As pesquisas apontam que entre 52% a 58% dos nova-iorquinos apoiam o casamento gay. Todo o foco agora está em virar os poucos votos necessários para a mudança na legislação. Nova York seria o sexto estado americano a permitir o casamento HOMOSSEXUAL, além do Distrito de Columbia, a capital federal. A coalizão tem levado ao ar uma campanha de TV estrelada por figuras célebres da cidade, como Anna Wintour, editora da revista "Vogue" (que inspirou o filme "O diabo veste Prada"), o chef Mario Battali, e atletas, todos heterossexuais que apoiam o casamento gay. Alteração em lei federal esbarra em republicanos Caso a lei seja aprovada, os homossexuais terão assegurados alguns direitos de herança, e o direito de tomar decisões médicas em nome do cônjuge. Outros direitos importantes, como o de imigração e o de recebimento de benefícios da Previdência Social, continuarão fora de alcance, porque dizem respeito à legislação federal - e as certidões de casamento são estaduais. Muitos casais binacionais acabam forçados a sair dos EUA para permanecer juntos. Gordon Stewart, executivo da Pfizer, e seu companheiro brasileiro, com quem vive há 11 anos, se mudaram para Londres. - Não temos planos de voltar para os EUA . Podemos ficar por aqui quanto tempo quisermos, e a recente decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil nos permite pensar em viver no Brasil também - diz Stewart. Duas leis que tramitam no Congresso são vistas como peças fundamentais para garantir os direitos que essa maioria apoia: uma é a que repele o Defense of Marriage Act (Doma), de 1996, uma lei que reconhece apenas o casamento entre homem e mulher. Em fevereiro passado, o presidente Barack Obama e o procurador-geral, Eric Holder, determinaram que o governo deixaria de defender essa lei, por considerá-la inconstitucional. A outra lei é o Uniting American Families Act, que daria a companheiros, inclusive do mesmo sexo, o direito de se reunir a seu parceiro nos EUA. - Neste Congresso, de maioria republicana, ambas as leis serão batalhas difíceis - diz Steve Ralls, da ONG Immigration Equality, que defende os direitos dos imigrantes nos EUA.
|
{linkr:related;keywords:Gay;limit:25;title:mais+Artigos}
Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.