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Entre os cerca de 25 participantes estava Edvan da Silva, de 20 anos. "A mídia contribuiria bastante se trabalhasse mais para combater o preconceito com as pessoas que vivem com HIV/AIDS", afirmou. Para Edvan, a cobertura jornalística sobre a AIDS precisa melhorar. "A imprensa só aborda o assunto quando está sendo realizado um grande evento. As pessoas com o vírus ou a doença deveriam ser mais procuradas pelos jornalistas", declarou. O jovem ativista também ressaltou a importância da comunicação entre os participantes da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA). "Realizamos muitas discussões pela internet e a oficina vai servir para melhorarmos essa comunicação", disse. Natália de Jesus, de 18 anos, optou por participar do mini-curso para aprender a repassar informações. "Esse é o terceiro ano que venho no Encontro. Aprendo muitas coisas novas e é importante eu saber levar esses aprendizados para as pessoas que atuam na mesma ONG que eu", afirmou. Ela gostou tanto da experiência que aceitou dar sua colaboração para um revista que vai fazer uma matéria sobre o evento. Thompson Toledo, de 22 anos, já concedeu entrevistas para jornalistas de vários veículos de comunicação de abrangência nacional. "É preciso estar preparado, saber o que falar. A mídia tem uma influência muito grande na sociedade", declarou. A oficina sobre mídia foi realizada pelo jornalista Paulo Giacomini, membro da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (RNP+). Sobre o Encontro O IV Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS começou dia 9 e segue até domingo (12) na capital paranaense. O evento é organizado pelo centro popular de formação Padre Josimo em parceria com a RNAJVHA e conta com apoio de diversas entidades nacionais e internacionais. Participam do evento cerca de 110 jovens de praticamente todos os estados do país. Fábio Serrato O repórter Fábio Serrato, da Agência de Notícias da AIDS, cobre o evento com apoio do Unicef
AGÊNCIA AIDS |
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12/JULHO/09 |
Last Updated on Sunday, 12 July 2009 11:51
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20/01/2010 - 16h00
Você acha que o Brasil é um país jovem? De acordo com pesquisas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a resposta é sim! E mais: a população jovem (de 15 a 29 anos) brasileira vai atingir o seu maior número este ano, podendo chegar a 51 milhões de pessoas.
Os dados, analisados no livro Juventude e Políticas Sociais no Brasil, mostraram que, no ano 2000, havia 47 milhões de brasileiros com idade entre 15 e 29 anos. Ou seja, em 10 anos, a população jovem do país aumentou 4 milhões.
E que faz do Brasil um país jovem? É a proporção de pessoas com menos de 15 anos na sociedade. Por exemplo: em 1920, a juventude representava 28,2% da população. Já em 2000, o percentual subiu para 58%.
Alto risco
De acordo com o livro, os jovens aparecem nas pesquisas como as maiores vítimas de violência e homicídios. E pior: eles também são autores de mortes e lesões corporais. Acidentes e homicídios matam mais homens do que mulheres adolescentes: uma média de 60 mil do sexo masculino contra 46 mil do feminino por ano.
HIV
Até 2005, foram registrados 112 mil casos de Aids em jovens, o que representa 30% do total confirmado no país desde o início da epidemia, na década de 80. Outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como sífilis, uretrites e HPV também atingem a juventude. Por isso, a educação sexual e reprodutiva é muito importante para a prevenção dessas doenças.
Com informações do G1.
AGÊNCIA PLENARINHO |
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21/JANEIRO/10 |
Last Updated on Thursday, 21 January 2010 10:24
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Jairo Bouer
"Chaves, dinheiro e CAMISINHA: as doenças sexualmente transmissíveis estão se espalhando rapidamente. Não pegue uma esta noite!" Essa é uma campanha que circula em revistas inglesas de entretenimento nas últimas semanas, parte de uma estratégia de tentar usar meios menos convencionais (anúncios descolados) para tentar barrar os casos novos de AIDS e o número crescente de DSTS entre jovens.
Por aqui, o que se vê é um fenômeno muito parecido com o que se constata nos últimos anos no Brasil. Muito álcool e drogas na noite e, como consequência, menor proteção no momento do sexo. Além disso, os mais jovens não parecem ser tão tocados pelas campanhas de prevenção como as gerações anteriores.
Não é à toa que governos, autoridades de saúde, agências de publicidade e ONGs tentam quebrar a cabeça, mundo afora, para criar campanhas e estratégias que aproximem o discurso da prevenção do universo jovem.
No Brasil, no final de junho, uma nova pesquisa sobre comportamento sexual do brasileiro, feita pelo Ministério da Saúde, revelou que muitos jovens estão conhecendo seus parceiros sexuais pela internet. Cerca de 10% dos garotos e garotas brasileiros já encontraram pelo menos um parceiro sexual em salas de chat, blogs, redes sociais etc. Conhecer alguém na web e trazer para a vida real significa que os mesmos cuidados devem ser tomados. A sensação de que já se conhece a pessoa não pode servir de desculpa para a falta de proteção.
Com base nesses dados, o ministério já anunciou que pretende fazer campanhas para os jovens usando especificamente a internet para divulgar informação. Pode ser uma boa estratégia! É mais barato do que anunciar em rádio e TV, e também mais durável. Além disso, cada vez mais os jovens preferem esse meio de comunicação.
Na semana passada, a UnAIDS (Agência das Nações Unidas para a AIDS) anunciou que o Brasil será um dos países por onde começará a campanha mundial de prevenção da AIDS, por meio dos Correios. A ideia é usar a vasta rede de agências de correios do país para postar informações, cartazes e folhetos. Isso pode complementar a estratégia de aumento do nível de informação da nossa população. E você? Está fazendo a sua parte?
FOLHA DE S. PAULO - SP |
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FOLHATEEN |
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13/Julho/09 |
Last Updated on Monday, 13 July 2009 10:30
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A Aids é uma doença grave, causada pelo vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) que destrói as células de defesa da pessoa infectada, enfraquecendo o organismo e possibilitando que outras doenças se manifestem.
Infelizmente, muitos jovens têm Aids. Atualmente, no Brasil, existem cerca de 9 mil crianças e adolescentes infectados pela Aids e que passam por tratamento, segundo Mariângela Simão, que é diretora do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids do Ministério da Saúde.
Esse dado faz com que o governo se preocupe em discutir e planejar políticas públicas para os jovens brasileiros portadores do vírus HIV. Através de um acordo de cooperação técnica entre o Departamento de DST/Aids do Ministério da Saúde e a UNESCO no Brasil, o País poderá contar com mais de R$ 6 milhões para o financiamento de pesquisas relacionadas ao vírus HIV (Aids) e outras doenças sexualmente transmissíveis. A ideia é aprimorar as medidas de enfrentamento da epidemia e melhorar as ações já existentes. Os projetos interessados em se candidatar ao financiamento devem ser encaminhados até o dia 17 de agosto, desde que sejam instituições de pesquisa e ensino públicas e privadas, ONGs e serviços de saúde. O resultado da chamada de seleção será publicado em outubro e o repasse de recursos para as organizações científicas começa até o fim deste ano.
Numa outra parceria do Departamento de DST/Aids, agora com a ONG Pact Brasil e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), surgiu um novo projeto destinado a portadores de HIV, que prevê a formação de jovens líderes sobre o tema. Os brasileiros que convivem com a doença e têm idade entre 16 e 24 anos, após passar por um processo seletivo, irão receber uma bolsa de iniciação profissional no valor de R$ 472 durante 11 meses. O objetivo é ampliar seus conhecimentos sobre os sistemas de atendimento e políticas públicas em HIV/Aids e promover a atuação nas coordenadorias estaduais, nos serviços de saúde e nas instâncias de controle social da política de enfrentamento da epidemia.
Com informações da Andi, UNESCO e UNODC.
14/07/2009
AGÊNCIA PLENARINHO |
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15/JULHO/09 |
Last Updated on Wednesday, 15 July 2009 11:20
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.