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Celebridades

06/07/2010 - Vinte anos sem Cazuza

ORM |

AIDS

06/07/2010

 

cazuza-1985-exagerado

 

Parece que foi ontem, mas já se vão duas décadas desde a morte do cantor e compositor Cazuza. Foi exatamente no dia 7 de julho de 1990, que o autor de composições famosas como "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show" e "O Tempo Não Pára", entre outras, perdeu a luta contra a AIDS, doença contra a qual resistiu bravamente até os seus últimos dias. Se vivo estivesse, já seria um "cinquentão", não se sabe se ainda rebelde, se menos boêmio e mais polêmico do que foi em seus 32 anos de vida. Além do legado de sua obra, que inclui músicas ainda inéditas, o trabalho de sua mãe Lucinha Araújo na Fundação Viva Cazuza mantém acesa a lembranças do "exagerado" poeta, nesses 20 anos de ausência.

É difícil imaginar como seria o Cazuza hoje. Mas a mãe do músico acredita que o filho manteria a irreverência que o tornou conhecido em todo o país. "Tenho certeza absoluta que ele continuaria sendo de vanguarda. Ele não tinha medo nem da morte, não tinha vergonha de nada", disse em entrevista recente.

Ainda hoje, suas músicas tocam nas rádios e Cazuza é sempre lembrado com um dos ícones do rock dos anos 80. Vai-se o homem e fica a obra, como diria Ataulfo Alves. Quando se descobriu portador do vírus HIV, o que nos anos 80 era uma verdadeira sentença de morte, o músico transformou seu sofrimento em criação, e teve início uma de suas fases mais criativas do artista, que acabou deixando algumas canções inéditas.

Uma das homenagens ao músico será o lançamento do álbum 13 Parcerias com Cazuza (MPB Discos/Universal Musical), do saxofonista e violonista do Kid Abelha, George Israel, 50 anos. Esse terceiro trabalho solo do músico traz canções compostas pelos dois amigos e parceiros musicais, assim como com outros parceiros, vestidas com novos arranjos. "São músicas até hoje atuais. Tanto que um público leigo pode achar que elas são novas", garantiu o músico durante uma entrevista para divulgar o novo trabalho.

Entre as composições do CD estão "De Quem é o Poder?", gravada somente pelo Kid Abelha, em 1989, no álbum Kid, e pouco conhecida do grande público. A primeira faixa do disco será "Você Vai Me Enganar Sempre II, composição inédita, que segue a linha reggae dançante. Nela, George Israel faz um dueto com uma gravação da voz de Cazuza, encontrada em uma fita cassete. O trabalho traz ainda "Nabucodonossor", do disco Burguesia, último álbum gravado por Cazuza, um ano antes de sua morte.

George homenageia o músico também através das participações especiais do CD. Nele, estão parceiros da vida e da carreira de Cazuza como Frejat, companheiro de banda do músico que faz voz e guitarra em "Blues do Ano 2000"; Ney Matogrosso, ex-namorado de Cazuza, e Sandra de Sá, que eram compadres, já que Cazuza batizou o filho da cantora, que solta a voz em "Solidão que Nada". Além destes, estão ainda Elza Soares - de quem o compositor era fã - em "Brasil" e Marcelo D2, dá uma levada hip hop ao clássico.

Discografia

èCom o Barão Vermelho

1982 - Barão Vermelho

1983 - Barão Vermelho 2

1984 - Maior Abandonado

èSolo

1985 - Exagerado

1987 - Só Se For A Dois

1988 - Ideologia

1988 - O Tempo Não Pára - ao vivo

1989 - Burguesia

1991 - Por Aí (póstumo)

2005 - O Poeta Está Vivo - Show no Teatro Ipanema 1987 - ao vivo (póstumo)

èVideografia

Com o Barão Vermelho

2007 - Rock in Rio 1985 (DVD)

èSolo

1988 - Ideologia (VHS Vídeo)

1989 - O Tempo Não Pára (VHS Vídeo)

2008 - Pra Sempre Cazuza (DVD)

èFilmografia

1984 - Bete Balanço (participação especial)

1987 - Um Trem para as Estrelas (participação especial)

2001 - Cazuza - Sonho de uma noite no Leblon (documentário)

2004 - Cazuza - O tempo não pára (biográfico)

Talento reconhecido ainda enquanto vivia

Cazuza nasceu Agenor de Miranda Araújo e ainda bebê ganhou o apelido, graças à ascendência nordestina do pai, João Araújo, já que no vocabulário da região, o termo "cazuza" significava "moleque". E não deu outra, acabou fazendo jus à alcunha já na adolescência, quando demonstrava muito mais interesse pela vida noturna do Baixo Leblon do que pelos estudos. Foi nessa época que começou a desenhar seu futuro talento para a música que mais tarde acabou sendo reverenciado por grandes nomes da música brasileira.

Em vida, ele teve a oportunidade de ter seu talento reconhecido, por exemplo, por nomes como Caetano Veloso, fã das composições "Bilhetinho Azul" e "Todo Amor que Houver Nessa Vida". Em 1983, Cazuza estava com 25 anos, quando durante um show no Canecão, o músico baiano se referiu a Cazuza com a seguinte frase: "Eis o maior poeta de sua geração."

Algum tempo depois, Renato Russo, falecido em 1996, levado pela AIDS, assim como Cazuza, dedicou-lhe a faixa Feedback Song for a Dying Friend, traduzida pelo escritor Millôr Fernandes como "Canção Retorno Para um Amigo à Morte", que está no disco Quatro Estações, de 1989. O líder da Legião Urbana em entrevista nos anos 90, afirmou: "A poesia do Cazuza não é só dos anos 80. É para sempre". Ele tinha razão.

SOCIEDADE

A vida de Cazuza já rendeu livros, filmes e musicais de teatro. Quanto mais o tempo passa, mais importante se torna a sua obra. Desde que perdeu o filho há 20 anos, Lucinha Araújo mantém de pé a fundação Viva Cazuza, que presta auxílio a crianças portadoras do vírus HIV. Uma parte da instituição é mantida com o dinheiro que vem dos direitos autorais da obra de Cazuza, com a ajuda de parceiros e com o pulso forte da presidente. Como já vem fazendo há alguns anos, ela pretende passar a data trabalhando, apesar da dor da perda que se mantém sempre viva. "Para mim, os anos que passam, não fazem a menor diferença", afirma.

A Sociedade Viva Cazuza foi criada com um objetivo claro: dar apoio ao Hospital Gaffrée e Guinle, que era referência no tratamento da AIDS. Vinte anos depois de sua fundação, a ONG criada por Lucinha continua sendo a única do gênero na cidade do Rio. Com despesas mensais no valor de R$ 70 mil, nos últimos meses tem fechado no vermelho. Para manter o mesmo padrão de atendimento desde o início, a instituição vem formando redes para conseguir novos parceiros. Pelo twitter (@VivaCazuza), por exemplo, conseguiu nutricionista voluntário e tradutor para o site da instituição www.vivacazuza.org.br.

Aos 73 anos, a mãe de Cazuza não desanima. Tanto que em 1994, criou também a Casa de Apoio, por onde já passaram cerca de 70 moradores. Mesmo com o fato do direito autoral do filho, usado para cobrir as despesas, estar cada vez mais escasso, ela não pensa em desistir e batalha para conseguir voltar aos tempos em que conseguia cobrir os custos, sem tantos apertos. "O serviço é de qualidade. Quando não for mais assim, fecho as portas. Não vou ter um depósito, fazer criança sofrer. Aqui, cada um tem a sua identidade. Não faço isso por que sou boazinha, não. Faço por que me faz bem. Venho aqui todo santo dia, quero saber o que comem, como estão indo na escola", disse em entrevista recente.

Last Updated on Monday, 02 January 2012 18:42

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20 anos sem Cazuza, que morreu de aids aos 32 anos

ESTADÃO ONLINE | NOTÍCIAS

AIDS

07/07/2010

"Exagerado", "Só Se For a Dois", "Ideologia", "O Tempo Não Pára": canções que marcaram sua geração

SÃO PAULO - Foram cinco anos de luta contra o vírus HIV, depois que apareceram os primeiros sintomas da AIDS. O cantor e compositor Cazuza, um dos mais talentosos de sua geração, morreu em 7 de julho de 1990, após uma série de internações em hospitais do Brasil e dos EUA.

A MTV vai exibir o Especial MTV - 20 Anos sem Cazuza, com 30 minutos de duração, em que músicos e parceiros do cantor e compositor contam histórias sobre suas canções que viraram hits e outras que nem fizeram sucesso, nesta quarta às 17h30, com reprise às 00h30.

Cazuza foi o apelido que Agenor de Miranda Araújo Neto ganhou ao nascer, em 4 de abril de 1958, no Rio. A mãe, Lucinha Araújo, não gostava de chamá-lo pelo nome do avô paterno.

Criado em um ambiente de classe média, Cazuza dizia que foi um adolescente rebelde, que fumava maconha e fora expulso do Colégio Santo Inácio. Antes de se tornar cantor, chegou a estudar jornalismo, desistindo na primeira semana de aula.

Trabalhou também como fotógrafo e ator de teatro. Em janeiro de 1982 foi convidado a integrar o então recém-criado grupo de rock Barão Vermelho. Como letrista e vocalista, passou a ser a principal atração da banda. Cazuza gravou no total três discos com o grupo antes de partir para a carreira-solo, em agosto de 1985.

Seus álbuns-solos - Exagerado, Só Se For a Dois, Ideologia, O Tempo Não Pára e Burguesia - foram considerados pela crítica como alguns dos melhores momentos da música brasileira da década de 1980.

O cantor também participou dos filmes Bete Balanço, de Lael Rodrigues, e Trem para as Estrelas, de Cacá Diegues. Mesmo doente, não parou de trabalhar e compôs até os últimos 15 dias de vida, quando chegou ao limite do esgotamento físico

Last Updated on Wednesday, 07 July 2010 13:32

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Eliza Samudio: Exame encontra substâncias abortivas em urina

O GLOBO | RIO

CONTRACEPTIVOS

07/07/2010

Novo laudo não mostra, no entanto, ingestão de remédio que Eliza Samudio disse ter sido obrigada a ingerir

Sérgio Ramalho

Oito meses e 20 dias após ter sido coletada a urina de Eliza Samudio, a contraprova do exame elaborado no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) tem resultado inconclusivo para a ingestão de misoprostol, a substância ativa do Cytotec - medicamento de uso proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que tem efeito abortivo.

O laudo coloca em xeque a versão da estudante, que acusou o goleiro Bruno de obrigá-la a ingerir o remédio para abortar, em outubro de 2009, quando estava no quinto mês de gravidez. Para o diretor do ICCE, Sérgio Henriques, o exame indica que Eliza não tomou Cytotec, nem calmantes, como ela alegava.

A contraprova do ICCE confirma a descoberta de 2-piperidinona e 1-acetil-piperidina, que já tinham sido detectadas no exame realizado pela Seção de Toxicologia Forense do Instituto Médico-Legal (IML), na última semana. As duas substâncias podem ser encontradas em plantas medicinais com características abortivas.

De acordo com o ICCE, Eliza pode ter tomado um chá para induzir o aborto. Mas os peritos ressaltam no laudo não ser possível identificar a origem das substâncias.

O resultado deve levar o Ministério Público do Rio a denunciar o jogador do Flamengo apenas por agressão e ameaça, já que o laudo do exame de corpo de delito de Eliza deu positivo para ferimentos leves. No inquérito da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, Bruno foi indiciado ainda por cárcere privado. Eliza afirmou ter sido levada pelo atleta e por um grupo de amigos dele a um hotel na Barra da Tijuca.

Lá, segundo a versão de Eliza, o goleiro bateu nela e a ameaçou, obrigando-a a ingerir um remédio abortivo.

O caso passo a passo

Maio de 2009: Eliza Samudio, então com 24 anos, engravida.

Segundo ela, o pai da criança era o goleiro Bruno, do Flamengo, com quem tivera um relacionamento extraconjugal (ele é casado).

Agosto de 2009: Eliza anuncia publicamente estar grávida de Bruno. Em entrevista, admite que já se envolveu com outros jogadores, casados ou não.

15 de outubro de 2009: Eliza procura a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e acusa Bruno de, com a ajuda de dois amigos, tê-la sequestrado, agredido e obrigado a tomar uma substância abortiva.

O exame de corpo de delito confirma que a jovem fora agredida, mas o teste toxicológico para determinar se ela tomara ou não um remédio para abortar só ficou pronto em junho. Em depoimento, Bruno nega as acusações.

29 de março: A Justiça determina um teste de DNA para confirmar se Bruno é o pai do filho recémnascido de Eliza, registrado como Bruno Samudio.

4 de junho: Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo de Bruno, faz o check-out de Eliza no Hotel Transamérica, na Barra, onde a jovem e o bebê estavam hospedados.

No mesmo dia, Eliza fez o último contato com amigas, dizendo que iria para Minas com o filho, a convite de Bruno. O primo de Bruno, um jovem de 17 anos, disse que, dentro do carro do jogador, deu uma coronhada com uma arma em Eliza, mas nega ter matado a vítima. O menor, no entanto, não esclarece quem matou a ex-amante do goleiro.

8 de junho: A picape Range Rover de Bruno é apreendida por falta de documentos. O carro era dirigido por Clayton da Silva Gonçalves, outro amigo do goleiro.

24 de junho: A polícia de Minas Gerais recebe denúncias anônimas segundo as quais Eliza teria sido espancada até a morte no sítio por Bruno e mais dois homens.

25 de junho: Policiais vão ao sítio pela manhã e veem o bebê.

Quando voltam com um mandado, à tarde, não há sinal da criança nem de Dayanne Souza, esposa de Bruno. Levado para a delegacia, o administrado do sítio, Elenilson Vitor da Silva, negou ter visto o menino, mas voltou atrás e disse que o bebê fora levado para a propriedade no dia 7 por Macarrão.

26 de junho: Dayanne se apresenta à delegacia no início da madrugada e, inicialmente, também nega ter visto o bebê. Após cair em contradição, porém, admite que entregou a criança a Wemerson Marques de Souza, o Coxinha. Ouvido pela polícia, Coxinha indicou o endereço onde deixara o menino.

28 de junho: A diretoria do Flamengo afasta Bruno do time.

29 de junho: Peritos da polícia mineira encontram objetos no sítio de Bruno que indicariam a presença de Eliza no local. Os técnicos também sangue humano no porta-malas da picape do goleiro.

Um teste de DNA dirá se o sangue é realmente de Eliza.

1° de julho: O goleiro fala pela primeira vez com a imprensa sobre o caso, depois de treinar no Ninho do Urubu, e diz que torce para que Eliza apareça.

2 de julho: Vândalos picham um muro do Flamengo, na Gávea, chamando Bruno de assassino.

3 de julho: A revista "Veja" publica entrevista em que Bruno afirma que conheceu Eliza numa orgia que o PRESERVATIVO que usou com ela estourou.

4 e 5 de julho: A polícia faz buscas na Lagoa Suja, em Ribeiro das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, pelo corpo de Eliza.

6 de julho: Policiais da Divisão de Homicídios do Rio (DH) apreendem, na casa de Bruno, o menor, que, segundo a polícia, teria participado do assassinato de Eliza.

Laboratório da UFRJ confirma a presença de substâncias abortivas na urina de Eliza.

Justiça dá guarda de Bruninho ao avô

Advogado da família quer entregar à polícia computador de Eliza

A Justiça em Foz do Iguaçu (PR) concedeu, na noite de segunda-feira, liminar dando a guarda provisória de Bruno, filho de Eliza Samudio, ao pai da jovem, Luiz Carlos Samudio.

Ele está com a criança desde que o bebê de quatro meses foi encontrado em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, na casa de conhecidos do goleiro Bruno, suposto pai do garoto.

Segundo o advogado de Luiz Carlos, Jader Marques, a concessão da liminar é uma medida que "tranquiliza a família" durante as investigações do desaparecimento da jovem.

Para o advogado, é preciso aguardar o fim das investigações para definir uma ação de guarda definitiva da criança. Na semana passada, a mãe de Eliza, Sônia Fátima Moura, de 44, que abandonara a filha quando ela tinha cinco meses, afirmou que pretendia lutar pela guarda do neto, mas, com a concessão da liminar, o bebê deve ficar com o Luiz Carlos Samudio até o julgamento da ação.

Ontem, Marques foi a São Paulo para buscar o computador e outros pertences de Eliza na casa de uma amiga. A polícia quer analisar a troca de mensagens da jovem, para verificar com quem ela falou e o teor das conversas antes de desaparecer. Marques afirmou que, caso não consiga pegar o computador, pretende fazer um backup do HD para entregar à polícia.

 

Last Updated on Wednesday, 07 July 2010 13:18

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O estilo Carla Sarkozy

DIÁRIO DO NORDESTE - CE | CAPA

AIDS

04/07/2010

Depois de brilhar nas passarelas da moda como modelo e nos palcos como cantora, Carla Bruni Sarkozy conseguiu ingressar no restrito hall das primeiras damas ícones mundiais. Casada com o presidente francês Nicolas Sarkozy desde 2008, a ex-top model se tornou uma celebridade, sendo, inclusive, considerada a nova versão de Jaqueline Kennedy deste século. Com 42 anos, alta, bonita, de porte elegante, ela rouba a cena nas aparições públicas com o marido, atraindo todos os holofotes da mídia internacional. Nem mesmo o anúncio do leilão de uma foto dela nua, feita pelo suíço Michel Comte em 1993, abalou a sua reputação.

Em recente viagem oficial à Inglaterra com o marido, Carla Sarkozy causou boa impressão junto aos integrantes da corte britânica. Mesmo com pouca experiência na função de primeira dama, encantou os nobres ingleses, não só pela sua elegância - usou looks sóbrios, grifados por John Galliano, da Dior - como também pelo seu perfil educado e carismático.

De origem italiana, é filha da concertista de piano Marisa Borini e do empresário Maurício Remmert, italiano radicado no Brasil desde 1970. Cresceu na França e na Suíça e, em 1988, abandonou os estudos para seguir a carreira de modelo. Uma das mais belas modelos de sua época, Carla Bruni foi contemporânea de Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Christy Turlington e Kate Moss no mundo da moda - a primeira geração de top models internacionalmente famosas. No fim dos anos 80, era uma das vinte modelos mais bem pagas do mundo.

Em 1988, trocou as passarelas pela música. Em sua carreira como cantora, lançou três discos: "Quelqu´un m´a dit"(2002), "No promises" (2006) e "Comme Si De Rien N´Était (2008). Seu primeiro álbum foi elogiado pela crítica, tendo vendido mais de 200 mil cópias na França e, no último disco, as letras de algumas músicas fazem alusão a seu marido Nicolas Sarkozy.

O estilo da primeira dama francesa desperta também interesse da mídia pela sua conduta solidária em causas humanitárias. Em janeiro deste ano, visitou o Benin, pela segunda vez, como embaixadora do Fundo Global, quando teve contato com as famílias adotivas dos órfãos haitianos sobreviventes do terremoto que arrasou aquele país. Ela recebeu muitos elogios pelo seu engajamento na luta contra a AIDS. Em 1º de janeiro de 2008, ocasião do Dia Mundial de Combate à AIDS, foi nomeada Embaixadora Global para a proteção de mães e crianças com HIV. Outra iniciativa dela, muito aplaudida, foi a criação, em abril de 2009, da Fundação Carla Bruni Sarkozy, para promover o acesso à cultura e ao conhecimento.

Last Updated on Sunday, 04 July 2010 10:22

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Soropositivo.Org agosto de 1º de Agosto de 2000 a 2012. Este site é mantido por uma só pessoa, que gastava, em média, US$ 400,00 por mês para manter este site on line, até que a HOSTDIME BRASIL, dando um exemplo de responsabilidade social me garantiu um servidor dedicado ao soropositivo.org pro três meses. Não sei o que acontecerá depois. Mas confio que eles não me faltarão. Mas eu trabalho 12 horas por dia na frente deste micro para manter este site operante e e minhas fontes e renda são pequenas consultorias em TI para pequenos organismos não governamentais... Peço, que você considere a possibilidade de uma doação de qualquer valor, tendo em conta a utilidade que este site pode ter para você e dezenas de outras pessoas. Todo o material deste site pode ser republicado desde que a fonte original seja declarada

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Hoje é dia vinte e três de Maio , Quarta-Feira, do ano dois mil e doze!
Olá! Bom dia! Seja bem vindo(a) 10:04
O Universo nos dá daquilo que damos a Ele
Há vida depois do HIV! Há vida com HIV!
Mas com preconceito.... NÃO!

Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.

O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de

atividades na comunidade onde se vive.

“Constituição Da República Federativa Do Brasil:

TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos


Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À

Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”

Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.

Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos


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