Parent Category: Sociedade Category: A Melhor Idade Written by Republicado Por Claudio Santos de Souza
O médico infectologista e professor de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Jean Gorinchteyn, lançou recentemente um livro intitulado "Sexo e AIDS depois dos 50" no qual discute varias questões ligadas ao tema. Autoridade no assunto, o médico afirma que hoje 80% das pessoas comprometidas com o HIV são homens.
A mulher ainda é uma parcela muito pequena, pois vivenciam situações diferentes em relação aos homens, principalmente porque na terceira idade elas estão na menopausa, fase muito complicada que desencadeia problemas de libido, que reduzem a disposição para o sexo. As mulheres nessa faixa etária também estão mais voltadas para os cuidados com a família, principalmente os netos, e acabam mais focadas em outro estilo de vida.
Como algumas mulheres não estão mais ativas, os seus maridos acabam se envolvendo em relações extraconjugais, uma situação bem comum na transmissão da doença para o ambiente familiar. O médico explica que esse só é mais um fator que caracteriza o homem como o mais suscetível a contrair a AIDS e, por consequência, transmiti-la para a sua parceira fixa.
O infectologista alerta que a doença pode ser disseminada ainda de outras maneiras, sendo, por isso, um problema de cunho social. "Todos devem se conscientizar e é fundamental que todos usem a CAMISINHA, não importa se jovens ou idosos, sendo que para este último grupo é importante reforçar que eles passem a ter o hábito da prevenção, pois os tempos mudaram".
O livro "Sexo e AIDS depois dos 50", escrito por Gorinchteyn, conta histórias de pessoas portadoras da doença, além da trajetória do Ambulatório Emilio Ribas, especializado no atendimento de pacientes soropositivos. Na publicação, pessoas conhecidas, como Nicete Bruno, Paulo Goulart, Lima Duarte e Adriane Galisteu dão seus depoimentos sobre a doença. (L.A.)
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Last Updated on Wednesday, 02 May 2012 19:06
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Médico alerta que, em 2015, cinquenta por cento dos pacientes portadores da AIDS deverão ser pessoas com mais de cinquenta anos
Larissa Almeida
Da reportagem local
Divulgação
Comportamento: A retomada da vida sexual e a falta de prevenção na terceira idade acabaram abrindo as portas para a contaminação
Quando se fala no vírus HIV logo se pensa em jovens que deixam de se prevenir nas relações sexuais, mas, atualmente, a realidade é diferente. Mesmo que indivíduos a partir dos 20 anos ainda sejam a primeira faixa etária com mais casos da doença, a situação agora atinge também a terceira idade, que representa o segundo grupo com mais casos. De acordo com o médico infectologista e professor de medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) Jean Gorinchteyn, no ano de 2015, cerca de 50% dos pacientes soros positivos devem ser pessoas com mais de 50 anos.
O médico explica que até o ano de 2002, existiam 17 pacientes de HIV para 100 mil habitantes, mas essa realidade começou a mudar logo em seguida, quando foi registrado um aumento significativo de 40% de portadores da doença. Segundo o infectologista, é importante que as pessoas comecem a se conscientizar, principalmente os mais velhos, que contribuíram para o crescimento no número de casos.
Gorinchteyn conta que a terceira idade passou a integrar esse quadro alarmante da realidade da AIDS no Brasil por diversos fatores. Um deles é o fato de que não são feitas muitas campanhas para este público e quando é passado algum informativo ele não é muito eficaz, já que, para o médico, as pessoas com mais de 50 anos acabam não se identificando, por exemplo, com as propagandas veiculadas.
Questionado sobre as campanhas elaboradas, inclusive do ano passado, pelo Ministério da Saúde, o infectologista enfatiza que elas não retratam a realidade do idoso: "Umas das propostas é de que coloquem pessoas que, de certa forma, tenham representatividade e que, acima de tudo, enfrentam os mesmos problemas, porque não adianta colocar uma mensagem que eles não se identificam".
Outra situação em que a terceira idade é considerada o segundo grupo de risco é o fato deles não terem o hábito de utilizar PRESERVATIVOS. O médico diz que na época em que os idosos eram jovens a CAMISINHA era usada apenas para prevenir gravidez, não existia a preocupação com o HIV. Por causa disso, esta parcela da população acabou se tornando vulnerável à doença.
Com a terceira idade mais ativa sexualmente, devido aos medicamentos existentes no mercado, o quadro veio a se co mplicar. Não pelos remédios, mas pelas situações que eles geram. "Eles não têm o costume de fazer uso do PRESERVATIVO e com a possibilidade de serem ativos acabam se contaminando", afirma.
Esses fatores, para o médico, são extremamente preocupantes, já que eles serão grandes responsáveis pela estimativa de que a terceira idade virá a ocupar um lugar desfavorável dentro dos grupos mais propensos a serem portadores do HIV. Por isso, Gorinchteyn ressalta a necessidade do assunto ser abordado de maneira séria e abrangente.
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Last Updated on Sunday, 03 July 2011 05:15
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Sulamita Rosa
Hoje é o Dia Nacional do Idoso. Na data, especialistas alertam que é possível envelhecer sem medo. Eles orientam que o essencial é ter uma boa qualidade de vida. Para o Ministério da Saúde, pessoas com mais de 60 anos de idade são consideradas idosas. No DF, mais de 200 mil pessoas estão na terceira idade. Desses, 40 mil compreendem a população com mais de 70 anos.
A patologista clínica de Medicina Laboratorial da Pasteur Medicina Diagnóstica (DASA), Flávia Amorim Segartto, afirma que é possível envelhecer com qualidade. "As orientações são manter uma alimentação saudável e adequada, praticar exercícios físicos, ter boa convivência social, evitar o tabagismo e o consumo exagerado de álcool, e buscar atividades prazerosas e estimuladoras, que diminuam o estresse", informou. A especialista alerta que também é essencial ter acompanhamento médico e passar por consultas periódicas para prevenção de doenças. "Depende de cada paciente, mas, o ideal é freqüentar o médico pelo menos uma vez ao ano após os 60 anos. A realização de exames previne doenças", afirmou Amorim. Para a especialista, os idosos estão cada vez mais ativos e preocupados com a saúde. "A esperança de vida tem crescido. Antes, as pessoas morriam aos 50 anos, mas, a partir de 2007, a média de vida chegou aos 72 anos", destacou.
O especialista em Geriatria e coordenador de Educação e Pesquisa em Saúde do Idoso da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs), Renato Maia, afirma que esse é um motivo forte para se comemorar a data. "A esperança de vida no DF já chega aos 76 anos de idade, o que significa diminuição na taxa de mortalidade", disse. O médico defende que uma boa qualidade de vida contribui para evitar internações e situações de emergência. "Vinte e cinco por cento do orçamento da saúde é direcionada para os idosos. Para envelhecer com qualidade é preciso ter uma boa qualidade de vida. O primordial é não considerar a velhice como doença, a velhice é uma fase da vida que tem que ser bem vivida", ressaltou.
Manter o convívio social, realizar atividades físicas, cuidar da alimentação e evitar excessos são outras dicas do especialista. "A promoção da saúde e bem estar são algumas alternativas importantes. Realizar sempre acompanhamento médico e manter o cartão de vacina atualizado é primordial. A família também tem um papel muito grande. Mas, o idoso tem que ter a consciência que ele mesmo é responsável por sua saúde", afirmou Maia.
Para tratar de assuntos como esse, o médico conta que Fepecs realizará um debate hoje, às 14h, com o tema Envelhecimento - Desafios e Soluções. "O evento será realizado no salão da Fepecs e irá promover uma reflexão do impacto do envelhecimento", explicou Maia, convidando toda a população.
Controle
O Ministério da Saúde criou, em 2007, a Caderneta Nacional do Idoso, que traz um levantamento histórico da vida dos pacientes com mais de 60 anos. A Caderneta Nacional da terceira idade é utilizada na rede pública de saúde do DF. Nela, são registrados dados pessoais, quadro de vacinas, estado de saúde, intercorrências, atividades complementares, atendimentos e observações importantes da vida do paciente idoso.
Dicas para uma vida saudável
- Alimentar-se bem;
- Praticar exercícios;
- Evitar o tabagismo;
- Não usar drogas;
- Consumir álcool somente em doses pequenas (1 a 2 taças de vinho por dia diminuem o risco de um evento cardiovascular, como infarto e derrame);
- Controlar o stress;
- Diminuir a obesidade;
- Manter cartão de vacinação atualizado;
- Sempre aferir a pressão arterial;
- Usar CAMISINHA para prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's).

TRIBUNA DO BRASIL - DF | GRANDE BRASÍLIA
Last Updated on Wednesday, 29 February 2012 14:05
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.