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HPV

HPV - Muito além do papanicolau

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Bruna Oliveira NOTÍCIAS -

 

Saúde .Prevenção deve ser feita anualmente e pode ser ferramenta essencial para detectar lesões precursoras do câncer de útero

Vinte e sete de novembro é Dia Nacional de Combate ao Câncer. O Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital Amaral Carvalho intensifica o cronograma de horários para que as mulheres de Jaú e região possam realizar o exame de papanicolaou. Mas, não é só isso. O programa faz um alerta: as mulheres devem preocupar-se também com outros tipos de doenças ginecológicas, como o câncer da vulva e de endométrio.

"O câncer do colo do útero ainda mata muitas mulheres e perde apenas para o câncer de mama que é o mais frequente. No entanto, à medida que conseguimos diminuir as mortes por câncer do colo útero e por outras doenças aumentando o tempo de vida das mulheres, novos problemas têm chamado a atenção", diz a oncoginecologista Lenira Maria Queiroz Mauad, responsável pelo Programa de prevenção do Câncer Ginecológico do HAC.

As doenças que a médica se refere são o câncer da vulva e de endométrio. Eles estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente, entre os tipos de câncer de maior incidência em mulheres. "O endométrio é a mucosa que reveste internamente o útero, que se renova mensalmente durante o fluxo menstrual. O câncer do endométrio é mais comum na menopausa. Já o câncer da vulva tem como agente o HPV (Papilomavírus humano) nas mulheres jovens e coçadura crônica nas idosas. O mesmo vírus do câncer do colo do útero nas mulheres jovens; e nas idosas pode ser decorrente de alterações na pele da vulva por ocasião da menopausa, que causa coçadura crônica e traumas que levam ao aparecimento do câncer. Assim como no câncer do colo do útero, se detectarmos as lesões precursoras e mulheres em risco podemos impedir que estes tumores ocorram", explica a médica.

Dra. Lenira explica que, por este motivo, a prevenção está além do papanicolaou. "O teste de papanicolaou é especifico para o câncer do colo do útero, não detecta outros tumores. A vacina contra o HPV agora disponível na medicina privada também não é garantia total de proteção. Além da coleta periódica do papanicolaou, as mulheres devem ficar atentas a mudanças do seu corpo e valorizar sangramento após um ano de menopausa e coceira crônica da vulva, manchas ou espessamento deste epitélio."

Papanicolaou - Mês de prevenção

Para as mulheres que iniciaram a vida sexual, já é hora de agendar sua ida ao Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital Amaral Carvalho (HAC). O exame preventivo tem reduzido as mortes por câncer de colo de útero em 70 % desde sua criação pelo Dr. George Papanicolaou na década de 40. O sucesso do teste vem do fato que ele pode detectar sinais de infecção pelo HPV e outras lesões que ocorrem no colo do útero antes do desenvolvimento do câncer. "O exame não é somente uma maneira de diagnosticar a doença, mas serve principalmente para determinar o risco de uma mulher vir a desenvolver o as lesões precursoras e o câncer", diz a médica Lenira.

A coleta é realizada por profissionais da área de enfermagem previamente treinadas, sob supervisão médica. O exame é oferecido em três unidades de coleta: Posto Fixo (anexo ao HAC); posto itinerante nas Unidades Básicas de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde; e posto móvel (micro-ônibus adaptado para coleta em campanhas, empresas ou bairros sem unidade básica).

O Programa de Prevenção ao Câncer Ginecológico é responsável por cerca de 10 mil exames de papanicolaou ao ano. Em média 5% dos exames podem estar alterados. Espera-se que 4% sejam lesões de baixo grau e 1% lesões de alto grau (Baixo e alto risco de evoluir para câncer). Em populações rotineiramente rastreadas, como a área abrangida pelo setor de prevenção do HAC, é raro encontrar lesões já invasoras.

"O HAC mantém esse programa de prevenção há 14 anos, em parceria com as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. Apresentamos bons resultados como o aumento da população assistida, aumento do diagnóstico de lesões precursoras e casos pré-tumorais e consequentemente redução da mortalidade. O Ambulatório de Patologia Cervical é responsável pelo atendimento de mulheres com exames alterados de Jaú e região, realizando complementação diagnóstica e tratamento de alterações detectadas no exame de papanicolaou", explica Dra. Lenira.

O Programa de Prevenção do Câncer do Colo do Útero até outubro de 2010 dezembro de 2008 teve 59 mil mulheres cadastradas e rastreamento médio de 900 citologias por mês. Em 1995 o programa realizou 2.059 exames. Em 2009 o número saltou para 10.090.

Horários de atendimento

- Posto Fixo - Rua Rui Barbosa, 374, Centro de Jaú. De segunda a sexta-feira, das 7h às 16h. Aos sábados, das 8h às 12h30.

- De 3 a 26 de novembro, das 7h às 12h30, o microônibus do Programa de Prevenção estará na EE Tolentino Miraglia.

Números

Cobertura Populacional

1995

Maiores de 20 anos - 4,5%

de 20 a 34 anos - 4,6%

de 35 a 49 anos - 6,1%

Maiores de 50 anos - 2,8%

2009

Maiores de 20 anos - 35,6%

de 20 a 34 anos - 43,9%

de 35 a 49 anos - 340,9%

Maiores de 50 anos - 20,5%

Tratamento conservador

até 10/2010

· 1113 mulheres submetidas à CAF (Cirurgia de Alta Frequência), tratamento do câncer "in situ" do colo do útero, chance de 100% de cura

· 36 mulheres engravidaram após o tratamento.

Número de óbitos

· 1993 - 5 óbitos

· 1994 - 6 óbitos

· 2004 - Zero

· 2006 - 2 óbitos

· 2007 - 2 óbitos

. 2008 - 2 óbitos

. 2009 - 3 óbitos

Taxa de Mortalidade

. 1994 - 12,07 / 100.000

. 2009 - 4,36/100.000

Fonte: Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico - Hospital Amaral Carvalho

SAIBA MAIS

Quem pode e deve fazer o exame papanicolaou?

Todas as mulheres que já tiveram relação sexual devem fazer o exame periodicamente, mesmo sem ter vida sexual atual.

Qual a melhor época para fazê-lo?

Fora do período menstrual. Não use duchas e cremes vaginais. Também é necessário não ter relações sexuais três dias antes do exame.

No que consiste o exame de papanicolaou?

O profissional de saúde, médico ou enfermeiro, inicialmente avalia a vulva e depois introduz o espéculo para visualização do colo do útero e com a ajuda de uma espátula de madeira e uma escova coleta células do colo para exame.

Mulheres virgens também devem se submeter ao papanicolaou?

Não há necessidade.

O que o profissional vê lá dentro?

O exame mostra o interior da vagina e o colo do útero.

O que é o colo do útero?

Colo do útero é a parte do útero que fica dentro da vagina.

E o exame preventivo de câncer, o que é?

Este exame é a colheita de material do colo do útero o qual é mandado para um laboratório especializado em citopatologia. Também é chamado de citologia oncótica, colpocitologia, teste de papanicolau, e fora do Brasil é conhecido como Pap Test ou Pap Smear.

O exame dói?

Não. É preciso estar relaxada. Converse com seu médico ou com a equipe de enfermeiras se estiver com medo.

Fontes: Dra. Lenira Maria de Queiroz Mauad e www.gineco.com.br

Vacina contra o HPV

O HPV (Papilomavírus humano) é uma doença sexualmente transmissível (DST) com maior incidência nos adultos com vida sexual ativa. Existem cerca de 40 milhões de pessoas infectadas pelo HPV, segundo estatística americanas, ou seja quase 1/5 da população daquele país. Estima-se que no Brasil as estatísticas sejam semelhantes.

A prevenção do HPV segue a orientação das Doenças Sexualmente Transmissíveis em geral, ou seja, uso de PRESERVATIVO nas relações sexuais.

Há aproximadamente dois anos foi liberada para comercialização no Brasil a vacina contra quatro subtipos de HPV, dois deles, HPV 16 e 18, responsáveis pela maior parte dos tumores do colo do útero. "No entanto, o custo ainda é elevado para incorporação em calendário vacinal adotado na saúde pública, sua maior eficácia é quando administrada antes do início da atividade sexual e as mulheres vacinadas não devem ser dispensadas do exame de papanicolaou", explica dra. Lenira.

SERVIÇO

Prevenção do Câncer do Colo do Útero

Rua Rui Barbosa, nº 374, Jaú/SP

CEP 17210-000

Fone: (14) 3602-1241 / 3602-1398

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Câncer é a doença mais cara do mundo, segundo entidade

ARARAQUARA |

AIDS | HPV


 

Doenças crônicas, como câncer, doenças cardíacas e diabete, representam mais de 60% das mortes no mundo, mas menos de 3% de ajuda pública e privada vai para a saúde global...

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Por Agência Estado

O câncer é o maior "assassino econômico" e a principal causa de morte do mundo, segundo documento da Sociedade Americana de Câncer que será apresentado nesta semana, na China, em uma conferência global sobre o tema. Os gastos com câncer em produtividade e perda de vidas superam os de AIDS, malária, gripe e outras doenças contagiosas, conclui o relatório.

Doenças crônicas, como câncer, doenças cardíacas e diabete, representam mais de 60% das mortes no mundo, mas menos de 3% de ajuda pública e privada vai para a saúde global, disse Rachel Nugent, do Centro para o Desenvolvimento Global, um grupo de pesquisa de políticas públicas baseado em Washington.

"O dinheiro não deve ser retirado do combate a doenças contagiosas, mas o montante atribuído ao câncer está longe do impacto que o problema tem", disse o diretor médico da Sociedade Americana de Câncer, Otis Brawley.

O custo econômico do câncer em 2008 foi de US$ 895 bilhões (R$ 1,5 trilhão), o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, diz o relatório. Só o câncer de pulmão e relacionados respondem por US$ 180 bilhões desse total.

As doenças cardíacas vêm em segundo lugar, com um impacto econômico de US$ 753 bilhões (R$ 1,3 trilhão). O valor só abrange a questão da incapacidade física e os anos de vida perdidos - não o gasto com tratamentos, que não foi abordado no texto.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) há muito tempo previa que o câncer ultrapassaria, em 2010, as doenças cardíacas como a principal causa de morte no mundo. Cerca de 7,6 milhões de pessoas morreram de câncer em 2008, e cerca de 12,4 milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano.

O consumo de cigarro e a obesidade estão contribuindo para um aumento nas doenças crônicas, enquanto vacinas e melhores tratamentos levam à queda de algumas doenças infecciosas.

Muitos grupos têm reivindicado mais atenção para doenças não infecciosas, e a Assembleia Geral das Nações Unidas concordou em fazer uma reunião anual a partir de 2010 sobre o tema. Especialistas em políticas públicas comparam essa tentativa à iniciativa global que levou a um grande aumento nos gastos com a ais há quase uma década.

"Isso precisa ser discutido na ONU, como nós vamos lidar com esse crescente ônus de doenças crônicas", afirmou o diretor para controle de câncer da OMS, Dr. Andreas Ullrich.

A resposta não é "uma luta uns contra os outros", mas uma maior cooperação em áreas que se sobrepõem, como tumores com causas infecciosas, a exemplo do câncer de colo do útero e HPV (vírus do papiloma humano), segundo Ullrich.

O relatório da Sociedade Americana de Câncer é o primeiro grande esforço para avaliar o custo econômico da doença em termos de produtividade global. O documento foi elaborado com base no guia para sobreviventes de câncer Livestrong, da Fundação Lance Armstrong. Os autores planejam publicar o relatório em uma revista científica e apresentá-la, nesta quinta-feira, 19, na reunião semestral do Congresso Mundial de Câncer, em Shenzen, na China.

Os pesquisadores usaram relatórios sobre morte e incapacidade física da OMS, além de dados econômicos do Banco Mundial. Eles calcularam os anos de vida que a doença tira da capacidade produtiva das pessoas.

"Isso tem se tornado uma forma cada vez mais comum de olhar o impacto global da doença", disse Wendy Max, economista da área de saúde da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que está familiarizado com o trabalho e com os métodos usados pelos pesquisadores.

Em outro artigo, publicado na última segunda-feira pelo site da revista médica The Lancet, especialistas em câncer e advogados pediram mais dinheiro para a luta contra o câncer nos países pobres.

Apenas 5% do dinheiro para tratamento e prevenção do câncer vai para os países que concentram 80% dos casos da doença, disse um dos autores do texto, Dr. Julio Frenk, decano da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA.

"Estamos literalmente sendo vítimas de nosso próprio sucesso. Mais pessoas sobrevivem a doenças infecciosas e vivem tempo suficiente para desenvolver câncer, mas as disparidades no tratamento continuam", afirmou Frenk.

Segundo o Dr. Lawrence Shulman, diretor médico do Instituto de Câncer Dana-Farber, em Boston, as taxas de cura para o câncer de mama são de 80% ou mais nos Estados Unidos, e chegam a 40% em muitos outros países. As informações são da Associated Press.

 

 

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Last Updated on Sunday, 06 May 2012 21:29

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Pesquisadora cria vacina terapêutica contra HPV e visa comercialização

BRASIL ECONÔMICO | INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

HPV

 

vacina-terapeutica

 

 

Doutoranda em biotecnologia, Mariana Diniz investiu prêmio ganho em concurso para novos empreendedores para abrir sua empresa e negociar a vacina que desenvolveu

Amanda Vidigal Amorim This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Depois de ganhar o prêmio Santander de Inovação e Empreendedorismo, a bióloga Mariana Diniz se prepara para repousar as pranchetas, concretizar sonhos e vender seu produto. Doutoranda em biotecnologia pela Universidade de São Paulo (USP), Mariana desenvolveu uma vacina para o tratamento do câncer de colo de útero, causado pelo papilomavírus humano, o HPV. Ao contrário da solução existente no mercado, a vacina criada pela pesquisadora é terapêutica, e não preventiva, ou seja, deve ser aplicada em pacientes contaminados e que precisam ser curados.

Para comercializar e operar o desenvolvimento da vacina, Mariana criou a empresa Inovagene no ano passado. Isso só foi feito depois de ter ganho R$ 50 mil com o prêmio do concurso realizado pelo banco. "Investi na abertura da empresa e também em uma marca. Além disso, temos a patente nacional da vacina", afirma Mariana.

Jamil Hannouche, vice-presidente do Santander Universitário, setor responsável pelos concursos para empreendedores do banco, afirma que a próxima edição não vai premiar apenas com dinheiro, mas terá também um incentivo para a formação dos selecionados. Assim, a instituição espera formar mais empreendedores como Mariana.

Isso vai ser feito com o apoio de três novos parceiros que vão ajudar a instituição a promover a cultura empreendedora entre os jovens. São eles: a Fundação Dom Cabral, a Babson College, reconhecida como melhor escola de empreendedorismo do mundo, e a Endeavor, organização não governamental que apóia empresas privadas.

Mariana se considera uma empreendedora com a empresa bem estruturada, apesar de iniciante. "Temos um parceiro que fará a produção em larga escala da vacina, permitindo preço mais baixo".

Segundo ela, a grande dificuldade na popularização da vacina disponível atualmente no mercado, que é preventiva do HPV, é o preço. "São necessárias três doses, e cada ao custo de R$ 400, o que limita a imunização em larga escala", diz ao apontar um motivo para o sucesso da sua versão de vacina.

O preço médio do medicamento desenvolvido pela bióloga ainda não foi definido, mas sua análise indica que será mais baixo do que o da atual vacina preventiva. "Nosso método foi obtido por DNA e é mais barato do que o que já existe e que é resultado de desenvolvimento por proteínas do vírus."

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% das mulheres de até 30 anos já tiveram contato com o vírus HPV. Mas, a boa notícia é que 90% delas conseguem eliminar o vírus em até dois anos. O objetivo de Mariana é atender os 10% que contraem a doença e precisam de medicamento para se curar.

Os testes da vacina entrarão no próximo mês na parte pré-clínica, em que o medicamento é testado em humanos. Segundo Mariana, os testes feitos em camundongos apresentaram 100% de eficácia. "As lesões ou o próprio tumor já sólido tiveram em todos os testes redução considerável ou total desaparecimento da lesão".

Para conseguir ter um custo acessível, Mariana fez parceria com a Farmacore, empresa de biotecnologia que possui a tecnologia de produção em larga escala da vacina. "Eles acreditaram no nosso projeto e serão nossos sócios para a produção do medicamento", afirma.

A bióloga espera até o próximo ano conseguir finalizar os testes em humanos e poder comercializar a vacina. Para isso, a empresa já começou a atender às variadas exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

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Last Updated on Monday, 07 May 2012 18:00

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Tumor no pênis afeta 2% dos homens com câncer

O ESTADO DE S. PAULO - SP | VIDA

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS

tumor-no-penis

 

NO BRASIL

 

Patologia pouco comentada no Brasil, o câncer de pênis é responsável por 2% dos tumores que atingem a população masculina do País, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Associada a maus hábitos de higiene, a doença alcança índices alarmantes nas Regiões Norte e Nordeste, onde chega perto de 10% do total de casos de câncer. O Hospital das Clínicas da FMUSP recebe cerca de 60 pacientes com câncer de pênis por ano, de vários Estados. Desse total, em 80% dos casos há necessidade de amputação do membro.

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Last Updated on Sunday, 12 September 2010 17:48

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Hoje é dia vinte e três de Maio , Quarta-Feira, do ano dois mil e doze!
Olá! Bom dia! Seja bem vindo(a) 11:51
Persevera no bem, com a certeza de que viverás para sempre!
Há vida depois do HIV! Há vida com HIV!
Mas com preconceito.... NÃO!

Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.

O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de

atividades na comunidade onde se vive.

“Constituição Da República Federativa Do Brasil:

TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos


Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À

Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”

Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.

Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
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