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Qual é o risco de suicídio nos pacientes com infecção pelo HIV e qual a melhor forma de abordá-lo?

Qual é o risco de suicídio nos pacientes com infecção pelo HIV e qual a melhor forma de abordá-lo?

 

Estudos mostram que o risco de suicídio pode estar aumentado 35 a 40 vezes em pacientes infectados quando comparados com HIV negativos. Outros estudos têm descrito riscos menores. Esta discrepância é resultado da análise de diferentes grupos de risco, fases da infecção, fatores sócio-econômicos e outros vieses de amostragem. Em estudo para identificar similaridades e diferenças entre indivíduos com e sem AIDS constatou-se que o suicídio não se dá em maior número nos portadores do vírus HIV.

O diagnóstico da AIDS não só insufla o medo da morte mas também levanta temores relativos a mudanças na aparência, a mudanças no corpo, além de refletir-se na auto-estima do indivíduo. O paciente, muitas vezes, no desejo de controlar este processo de morrer pode, por mais paradoxal que seja, abreviá-la, matando-se ou usando drogas de uma maneira descontrolada visando uma overdose.

Nesta situação, ocorre o desequilíbrio e uma crise é vivida. No entanto, os mecanismos utilizados para lidar com ela e manter a segurança e o controle podem não surtir resultado. A situação toma-se ainda mais crftica pelos problemas sociais e emocionais que decorrem do diagnóstico. Falta de suporte de família, amigos e amante; alterações nas relações íntimas e sexuais e uma inesperada, porém rápida diminuição dos recursos financeiros.

As pessoas com AIDS estão particularmente propensas a sentir-se desesperançadas e vulneráveis com relação a sua doença e ao mesmo tempo a sentir-se socialmente isoladas. Estas condições parecem ser as principais responsáveis pelas crises suicidas. Por estas razões, uma detecção precoce do potencial do paciente para lidar com estas crises e adaptar-se a elas é essencial.

O risco de suicídio deve ser avaliado em todos os pacientes. Alguns fatores podem ser considerados como de risco e devem ser investigados e abordados: depressão, tentativas prévias de suicídio, isolamento, sexo masculino, possuir arma, abandono da família e/ou companheiro e dificuldades financeiras.

Se diante de um paciente com forte ideação suicida, o profissional deve comunicar à família, e pedir avaliação psiquiátrica urgente. Em casos extremos pode-se indicar internação, mesmo contra a vontade do paciente, se o profissional julgar que o mesmo não tem, naquele momento, capacidade de julgamento como no caso de depressões graves. É importante ressaltar que os antidepressivos levam, em média, 14 dias para promover sua ação.

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Hoje é dia vinte e três de Maio , Quarta-Feira, do ano dois mil e doze!
Olá! Boa noite! Seja bem vindo(a). Você chegou aqui as 21:42
Tarefa adiada será luta maior no futuro, e toda atitude negativa, hoje, será juro de mora no mal de amanhã
Há vida depois do HIV! Há vida com HIV!
Mas com preconceito.... NÃO!

Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.

O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de

atividades na comunidade onde se vive.

“Constituição Da República Federativa Do Brasil:

TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos


Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À

Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”

Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.

Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos


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