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Apontada pelos médicos como uma excelente forma de planejamento familiar, a vasectomia atrai cada vez mais os brasileiros. Em oito anos, o número de cirurgias desse tipo realizadas no SUS cresceu cerca de 300%
Márcia Ner
Impotência, perda de libido, mudanças no padrão hormonal e até ganho de peso eram receios dos homens que cogitavam fazer a vasectomia há uma ou duas décadas, época em que o assunto era cercado de mitos e desconhecimento. Atualmente, o procedimento é encarado com mais tranquilidade, tanto que o número de cirurgias desse tipo realizadas no Brasil tem crescido exponencialmente. Somente no Sistema Único de Saúde (SUS), a quantidade de procedimentos passou de 7,7 mil, em 2001, para 34,1 mil, no ano passado, aumento de mais de 300%. O acesso ao método em hospitais privados também cresceu, pois os planos de saúde já cobrem a vasectomia desde 2008. Ainda assim, algumas dúvidas persistem e povoam o imaginário masculino. Tudo porque, segundo os especialistas, não raro, a esterelidade é confundida com castração.
A vasectomia é um método cirúrgico de esterilização masculina. De tão simples, a técnica nem requer internação, medida necessária para as mulheres que recorrem à laqueadura (operação de esterilização feminina). O procedimento é feito em ambulatório e dura cerca de 20 minutos. O urologista Renato Argollo, da Clínica Andros, observa que hoje dificilmente alguém não conhece uma pessoa que tenha feito vasectomia. O assunto é conversado com mais abertura e a população passou a entender que ela não interfere na masculinidade, tratando-se apenas de um método seguro de contracepção.
O médico lembra, no entanto, que, nas consultas prévias à cirurgia, os pacientes sempre perguntam se algo irá mudar em relação ao orgasmo, ao desejo sexual e à ereção. "Isso é natural. É importante deixar claro que a ejaculação não muda, pois 98% do volume do esperma é líquido da próstata e da vesícula seminal. Os espermatozoides representam 2% do que é ejaculado", pontua. A técnica da cirurgia não mudou tanto ao longo do tempo. A evolução se concentrou no tamanho das incisões na bolsa testicular, que ficaram bem menores. A saúde do homem também não é afetada. Caíram por terra os mitos que confundiam a cabeça dos candidatos ao procedimento no passado, como o suposto aumento nas chances de sofrer de doenças como o câncer de próstata e de testículo.
De acordo com o chefe do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia Otto Henrique Torres Chaves, nada disso tem comprovação científica. "Dezenas de pesquisas provam que a vasectomia não está relacionada ao aparecimento de outras patologias. Não ocorrem efeitos adversos a curto ou a longo prazo. Os pacientes saem andando do ambulatório no mesmo dia. O desconforto é mínimo", assegura. Segundo o médico, a opção de operar é do homem, mas a companheira deve estar de acordo com a cirurgia. "Noto que 95% dos pacientes chegam ao consultório munidos de certo conhecimento. Ainda assim, nosso dever é orientar e questionar o paciente para que ele não se arrependa depois. Quando ele tem uma companheira, ela também deve participar e aprovar a decisão", pondera.
O empresário Khaled Gahazaleh, 39 anos, optou pela vasectomia há quatro anos e diz estar convicto de que acertou na opção e no momento. Seguro de que estava totalmente realizado com as duas filhas gêmeas, ele conta que não queria que sua mulher continuasse evitando a gravidez com ANTICONCEPCIONAIS. "Esses remédios prejudicam a saúde. Por que ficar tomando medicação se eu tinha a chance de resolver a questão de modo tão simples? Não tive medo, não senti dor, minha masculinidade não foi alterada e estou muito satisfeito. É uma questão de planejamento familiar", garante Khaled.
Prazo para funcionar
A chance de reversão espontânea da vasectomia é pequena. Estudos sugerem que ela ocorre em menos de um caso para cada 3 mil procedimentos realizados. Mas a esterilidade não é garantida imediatamente depois da cirurgia. Durante os primeiros 60 dias, a recomendação é que se use outro método CONTRACEPTIVO. "Após o procedimento, espermas ativos continuam no sêmen por um período, sendo necessárias entre 15 e 20 ejaculações para que o líquido expelido esteja livre dos espermatozoides. Por isso, um exame de espermograma deve ser feito dois meses depois da cirurgia para garantir que o paciente está realmente estéril. Essa avaliação deve ser repetida uma vez ao ano", explica Argollo.
O analista de suporte Hugo Acioli Cardoso Sousa, 45 anos, é a prova de que a reversão espontânea é rara, mas não impossível. Depois de ser pai pela quarta vez, ele e a mulher, Carolina, decidiram pelo método. O procedimento foi realizado e, 60 dias depois, o espermograma confirmou a azoospermia. Passados mais seis meses, porém, Carolina engravidou. Assustado com a notícia da gestação, ele refez o exame. O resultado foi claro: a natureza foi mais forte. Os espermatozoides voltaram a aparecer na ejaculação.
Ele recorda que fez a cirurgia porque, na época, a vida estava complicada em termos financeiros. "Foi a opção melhor naquele momento. Não me arrependi e acho que o destino se encarregou do resto. Ao contrário do que muitos pensam, adorei saber que teria mais um filho e jamais duvidei da minha esposa. É claro, vimos que havia algo incomum em relação ao procedimento e por isso procurei o médico para entender o ocorrido", explica o analista. Para ele, a reversão foi um presente. "Tivemos mais duas crianças. A Carol fez a laqueadura depois do nascimento da nossa caçula, que já tem 5 anos. Se a cirurgia dela falhasse e fôssemos surpreendidos com uma nova gestação, eu ficaria muito feliz", afirma o animado pai.
Reversão é possível
Ubiramar reverteu sua vasectomia e agora espera um filho com Gabriela
A Organização Mundial da Saúde preconiza que os candidatos à vasectomia preencham certos requisitos para minimizar o risco de arrependimento. Recomenda-se que o homem viva um relacionamento estável, tenha mais de 25 anos e que os filhos vivos tenham passado da idade de doenças infantis. "Eventualmente, essa recomendação varia de acordo com a história do candidato. O que os especialistas buscam é que a decisão seja madura, responsável e muito bem pensada, pois a vasectomia deve ser considerada um método permanente de contracepção", enfatiza o médico urologista Otto Henrique Torres Chaves.
Em todo caso, se bater o arrependimento, é melhor que seja nos primeiros cinco anos depois da cirurgia. Quanto mais tempo passar, menores as chances de a reversão cirúrgica dar certo. O analista de sistemas Ubiramar Mendonça, 49 anos, teve sorte. Quando fez a vasectomia, há 17 anos, era casado, tinha um relacionamento estável e dois filhos. A vida, porém, tomou rumos inesperados e o casamento terminou. Ao encontrar uma nova companheira, que ainda não tinha experimentado a maternidade, o desejo de ser pai novamente bateu forte. Ubiramar procurou diversos especialistas, inclusive no exterior, e escutou sempre a mesma resposta: seu caso seria praticamente impossível de ser revertido. "Eu e minha esposa chegamos a fazer inseminação artificial, mas não deu certo. Não me dei por vencido e resolvi bancar a reversão mesmo com pouquíssimas chances. Acreditava que conseguiria. Deu certo. Estamos grávidos de oito meses. Vou ser pai novamente depois de 20 anos", comemora. (MN)
CORREIO BRAZILIENSE - DF | SAÚDE
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Last Updated on Saturday, 20 November 2010 20:05
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TRIBUNA DO BRASIL ONLINE | AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS
Diagnóstico precoce pode ser a solução para evitar futuros problemas de saúde Emanuelle Coelho Os dados são alarmantes. Entre as pessoas de até 30 anos, em cada cinco mortes, quatro são masculinas; em até 59 anos, em cada três mortes, duas são de homens. As mulheres vivem, em média, sete anos a mais que os homens. Os dados são da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Com a intenção de conscientizar os homens da importância de cuidar da sua saúde e de divulgar os programas desenvolvidos na rede pública de saúde para a população masculina do Distrito Federal, a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), em parceria com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Urologia, realizaram ontem a I Feira de Saúde do Homem. No local, depois de pegar um cartão de saúde, o visitante pode, por exemplo, fazer avaliação da pressão arterial e nutricional, medir taxa de glicose, colesterol e o índice de massa corpórea. De acordo com a coordenadora do Programa Saúde do Homem, da Secretaria de Saúde, Maria Aparecida Murr, é fundamental que o homem desperte para o cuidado com a sua saúde. "Ele só procura o centro de saúde quando já está doente. Não procura para fazer consultas e exames de rotina, antes de adoecer", comenta. "Queremos dar um presente a todos os homens do Distrito Federal no dia dos Pais", diz a coordenadora. Conforme Maria Aparecida, a primeira causa das mortes masculinas no país estão relacionadas a violência, trânsito e álcool, a segunda a doenças como infarto e derrame - por causa da hipertensão e diabetes, e a terceira próstata e pulmão. As atividades não pararam por aí. O Detran, Corpo de Bombeiros (CBMDF), Instituto do Câncer fizeram alerta especialmente sobre a violência no trânsito, o alcoolismo e o câncer. Para orientar quanto a prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e AIDS um estande foi montado. As atividades aconteceram no Estacionamento do o Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade. A feira contou ainda com o Movimento pela Saúde Masculina, idealizado pela Sociedade Brasileira de Urologia, apoiado pela farmacêutica Eli Lilly. Em sua segunda estadia em Brasília, o movimento tem o objetivo de conscientizar os homens sobre a importância da realização de exames preventivos, focando em três temas muito comuns para a saúde masculina: disfunção erétil, andropausa e as doenças relacionadas à próstata. Na primeira vez que o movimento atendeu os brasilienses, em abril deste ano, quase 500 homens passaram pela equipe médica. A campanha conta com uma carreta adaptada. Em todo o Brasil, já foram atendidos mais de 7,5 mil homens. A estimativa é de que até o término da campanha, em setembro, mais de 10 mil recebam orientação médica na carreta. A caravana percorrerá 23 cidades brasileiras, com uma equipe multidisciplinar, composta por urologistas, psicólogos e enfermeiros, esclarecendo sobre as principais doenças que atingem os homens: disfunção erétil, próstata e andropausa. Para Diogo Mendes, presidente da SBU, é importante conscientizar a população masculina sobre a importância de se cuidar. "A finalidade é reverter os óbitos precoces dos homens", frisa. "O homem, normalmente, não se cuida. A mulher se cuida", ressalta. Diogo enfatiza que a questão é cultural. "Se o homem sai do trabalho para ir ao médico, ele é fraco. Tem que haver uma mudança cultural da sociedade. Falta também mais orientação e vontade do homem", esclarece. O corretor de imóveis Rodiney Attie, 65 anos, fez avaliação de saúde ontem durante a feira. Ele conta que se preocupa com a saúde, faz consultas de rotina pelo menos uma vez por ano e pratica atividades físicas. E reconhece a importância da ação. "Acho uma excelente iniciativa. O homem precisa sim de mais esclarecimentos sobre sua saúde", avalia. Para o professor Inácio Rodrigues, 62 anos, outras instituições deveriam organizar eventos que abordassem a saúde masculina. "O homem precisa ser mais informador. A maioria é muito relaxada, não se interessa e não se cuida". A I Feira de Saúde do Homem, comemorativa ao Dia dos Pais, teve início com a apresentação da Banda do Corpo de Bombeiros e com o coral Shalon, formado apenas por homens, além de outras atrações culturais. Dia dos Pais No Dia dos Pais, o Parque da Cidade foi opção para milhares de brasilienses. O comerciante Aluízio Antônio dos Santos, apesar de ter passado o dia trabalhando confessou estar muito feliz. "O importante é estar do lado deles". Pai adotivo de 10 filhos e biológico de mais três, Aluízio se sente um grande pai. "A data é muito especial para nós, que vivemos na luta. Estou contente por tê-los criado", afirma. O filho mais velhos de Aluízo tem 28 anos e a mais nova três aninhos. "Resolvi adotar porque as mães não tinham condições de criá-los. Graças a Deus hoje tenho muito o que comemorar", declara. O conferente de carga Edvan Soares, 35 anos, tem quatro filhos. Para ele, o Parque da Cidade foi o local ideal para comemorar a data. "É um lugar bom para brincar com meus filhos. Me sinto muito feliz". Edvan fala que o melhor presente que poderia receber dos filhos é a presença deles. "Só de estar com eles é maravilhoso". O papai coruja conta que é carinhoso, mas que sabe corrigir quando necessário. |
Last Updated on Monday, 09 August 2010 13:27
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En los países con una elevada prevalencia de VIH en el sur de África, se tendrían que circuncidar entre cinco y quince hombres para evitar una infección por el virus en los diez años siguientes, lo que supone un coste de entre 150 y 900 dólares por cada caso de infección prevenido.
Se trata de las conclusiones de una revisión realizada por expertos sobre unos modelos matemáticos para predecir el impacto de la circuncisión, organizada por ONUSIDA, la Organización Mundial de la Salud (OMS) y el Centro Sudafricano para el Análisis Epidemiológico, y publicada en la revista PLoS Medicine.
El grupo también concluyó que, aunque los hombres circuncidados redujeran su uso de preservativos o volvieran a practicar sexo demasiado pronto tras la operación, la circuncisión seguiría siendo beneficiosa a nivel poblacional. Asimismo, los expertos declararon que las mujeres se verán beneficiadas de forma indirecta de la circuncisión.
Aunque existen ensayos de distribución aleatoria con control que arrojaron pruebas convincentes de que la circuncisión puede reducir el riesgo de que los hombres adquieran el VIH por vía heterosexual, el impacto a largo plazo a nivel poblacional de la introducción o ampliación de los servicios de circuncisión sigue sin estar claro. Se han mantenido las dudas respecto a la rentabilidad de la intervención como medida de prevención del VIH a corto, medio y largo plazo.
Se han desarrollado varios modelos matemáticos distintos para predecir el impacto probable de la intervención. Sin embargo, los modelos han partido de distintos supuestos y variables de partida, por lo que, en ocasiones, han arrojado resultados ligeramente diferentes.
Para alcanzar un consenso respecto a diversas cuestiones clave relacionadas con el impacto de la circuncisión, se convocó a un grupo de expertos para revisar los hallazgos de seis estudios previos donde se presentaron modelos matemáticos.
La mayoría de los modelos analizados se basaron en suposiciones de entornos donde al menos el 80% de los hombres no están circuncidados en la actualidad, el VIH se propaga principalmente por vía heterosexual y la prevalencia del virus es superior al 15% en la población general. La prevalencia es elevada en los países del sur de África, como Zimbabue, Zambia, Botsuana, Namibia y Sudáfrica, pero no en otros puntos del continente.
El documento publicado no contiene proyecciones numéricas detalladas del impacto de la circuncisión en diversas circunstancias y se concentra en la situación de los países con mayores prevalencias. El grupo de expertos empleó los estudios con modelos matemáticos para llegar a un consenso general sobre las respuestas a una serie de cuestiones clave.
Los modelos predicen que, a lo largo de diez años, se evitaría una nueva infección por VIH por cada 5-15 hombres circuncidados. En ciertas circunstancias, cuando casi todos los hombres están circuncidados, la incidencia del virus podría reducirse en un 30-50% en ese período.
En los países donde la incidencia y prevalencia del VIH son algo menores, la circuncisión tendría menos impacto. No obstante, el grupo coincidió en que, en dichos países, los programas de circuncisión centrados en poblaciones específicas podrían tener un impacto sustancial. Estas subpoblaciones podrían elegirse en función de sus bajas tasas de circuncisión o su mayor riesgo de infección por VIH (hombres con parejas seropositivas, hombres con infecciones de transmisión sexual, soldados, conductores de camión, trabajadores inmigrantes, etc.).
La circuncisión no beneficia de manera directa a las mujeres y, si los hombres vuelven a practicar sexo demasiado pronto tras la intervención médica, realmente aumenta el riesgo de que ellas se infecten por el VIH.
Sin embargo, el grupo de expertos concluyó que las mujeres se beneficiarían de forma indirecta, porque la probabilidad de encontrarse con una pareja masculina con VIH disminuiría. Además, el descenso de las infecciones de transmisión sexual, tanto en hombres como en mujeres, reduciría el riesgo de que estas últimas adquirieran el VIH.
La circuncisión de un varón con VIH no reduce su riesgo de transmitir el virus. De hecho, si un hombre con VIH vuelve a practicar sexo demasiado pronto después de la circuncisión, la herida no curada del todo podría suponer un mayor riesgo de transmisión del virus. Este tema fue abordado en dos modelos, que concluyeron que era poco probable que tuviera un impacto a nivel de población, ya que el período post-curación era relativamente corto.
Además, el grupo señaló que la exclusión sistemática de los hombres con VIH de los programas de circuncisión podría llevar a la estigmatización de todos los varones no circuncidados. Un modelo indicó que los programas de circuncisión orientados a los hombres con mayor riesgo de exposición al VIH ofrecerían el beneficio general más grande, a pesar de que también se inscribirán más hombres con el virus.
Si los hombres creen que la circuncisión les protege completamente frente a la infección, cabe la posibilidad de que aumenten los comportamientos sexuales de toma de riesgos. Tres modelos sugirieron que la compensación de riesgos por parte de los hombres circuncidados y sus parejas sólo tendría un “pequeño efecto” a nivel poblacional, a menos que llegara al extremo de abandonar por completo el uso de preservativos.
Sin embargo, si los comportamientos de adopción de riesgos aumentan entre toda la población adulta, se reducirán notablemente los beneficios de la circuncisión. El grupo de expertos recomendó realizar campañas intensivas de comunicación para evitar que esto suceda.
Los modelos evidenciaron que la circuncisión de los varones que aún no han iniciado la actividad sexual se traducía en el mayor beneficio a nivel poblacional a largo plazo. No obstante, la circuncisión de hombres de entre 25 y 34 años ofrece el mayor beneficio en los primeros 20 años. La circuncisión de varones de 50 años o más tiene un efecto reducido sobre la incidencia del VIH.
El grupo de expertos no encontró que la circuncisión de bebés recién nacidos resultara rentable. Aunque la circuncisión en esa etapa es más segura y barata, el impacto sobre el VIH no se apreciaría hasta dentro de más de 20 años.
Los expertos concluyeron que un escalado rápido inicial conduciría a un mayor impacto y resultaría más rentable, dado que se requerirían menos circuncisiones para evitar una infección, a un coste menor.
Los modelos determinaron que cada infección evitada gracias a la circuncisión costaría entre 150 y 900 dólares, calculados a lo largo de un período de diez años. Al considerar un período de 20 años, el coste por cada infección prevenida es de 100 a 400 dólares. Los costes serán mayores en los países con menor prevalencia.
Estos cálculos se basan en considerar un precio de 30-60 dólares por cada circuncisión de un adulto y uno coste de 7.000 dólares en el tratamiento de por vida de la infección por VIH (teniendo en cuenta únicamente una terapia de primera línea).
Los hallazgos de los estudios con modelos matemáticos se han empleado para refinar y validar una herramienta pragmática de planificación de programas que permite calcular qué escalado de los programas de circuncisión se puede alcanzar -y su coste- en entornos específicos.
UNAIDS/WHO/SACEMA Expert Group Male Circumcision for HIV Prevention in High HIV Prevalence Settings: What Can Mathematical Modelling Contribute to Informed Decision Making? PLoS Med 6(9): e1000109. doi:10.1371/journal.pmed.1000109.
Last Updated on Thursday, 12 August 2010 14:28
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Last Updated on Sunday, 25 July 2010 14:22
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
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