O fato é que ela se elegeu e o assunto foi esquecido. Enquanto isso, as milhares de mortes continuam acontecendo (em função de abortos feitos em verdadeiros açougues). Por profissão de fé eu sou contra o aborto (não sou católico ou evangélico); mas penso que cada pessoa tem livre arbítro para escolher como quer viver sua via e, sendo assim, não cabe ao estado ou à igreja, legislar a respeito do livre arbítrio de cada um numa sociedade que criminaliza o aborto e discrimina a mãe solteira.
É um caso patológico...