Category: Notícias 2009 Created on Tuesday, 15 December 2009 09:56 Last Updated on Tuesday, 15 December 2009 09:56 Published on Tuesday, 15 December 2009 09:56 Hits: 1112
O pré-natal consiste em um acompanhamento médico dado à gestante para verificar e diagnosticar doenças ou alterações que possam comprometer a saúde da mãe e da criança. Até então era destinado apenas à futura mamãe e o bebê, mas no 53º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, realizado em Belo Horizonte, a série de exames pode se estender também ao pai. A princípio, essa ideia parece estranha e o leitor se perguntaria: o que o homem tem a ver com a segurança da gestação? Segundo o ginecologista e obstetra Alexandre Sivieri, a resposta é: tudo.
O especialista explica que a medida é novidade na área, mas para ele é a tendência do momento. Sivieri explica que o pré-natal estendido ao pai é mais do que necessário, é fundamental para a segurança da família. “Durante o pré-natal da mulher, faríamos também o pré-natal do parceiro, que consiste na detecção precoce de problemas, tais como hipertensão, diabetes, dislipidemias e doenças sexualmente transmissíveis, que não foram diagnosticadas na mulher, mas que podem estar acometidas no parceiro”, destaca.
Para o obstetra, esta é a forma mais importante de se evitar a transmissão vertical, ou seja, transmissão da mãe para o feto, de doenças como, por exemplo, a hepatite B. “Este problema pode levar a um câncer de fígado futuramente, tanto para o pai quanto para a mãe e até o feto. E outras tantas doenças, como sífilis, HIV, hepatite C etc”.
Na consulta inicial, que deve ser feita assim que é confirmada a gestação, são solicitados exames para pesquisa de doenças pré-existentes na mulher. Entre as principais estão diabetes, anemias, hepatite e Aids, que, juntamente com o exame de ultrassonografia, vão confirmar o estado de saúde, a idade da gestação e a presença de má-formações. “No caso do pai, a consulta inicial é feita pelo próprio obstetra quando ele for acompanhar a esposa com seu bebê na primeira consulta. O obstetra faz a triagem e, se for detectado algum problema, como hipertensão, diabetes etc, o pai é encaminhado a um especialista, para que receba o tratamento necessário”, afirma Sivieri.
Mas, como toda novidade, esta ainda é uma realidade sem muitos exemplos práticos. Sivieri diz que já colocou a medida em prática com seus pacientes, porém ainda não obteve retorno significativo. “A novidade está no processo de convencimento, mas acredito que a medida vai virar moda e vai pegar. É trabalhoso, mas a vantagem é que a família fica bem assistida por completo”, destaca o especialista.
Sivieri ressalta que, desta maneira, está-se promovendo a saúde, e não apenas tratando doenças. “Penso que é um avanço. O importante não é só o nascimento de uma criança saudável, mas também que toda a família esteja em boas condições de saúde”, encerra.
JM ONLINE |
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SAÚDE |
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15/DEZEMBRO/09 |
Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
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