Category: Notícias 2009 Created on Saturday, 28 November 2009 11:45 Last Updated on Saturday, 28 November 2009 11:45 Published on Saturday, 28 November 2009 11:45 Hits: 1172
Sandra* (nome fictício) considera a AIDS uma maldição, mas nos nove anos em que convive com a doença, consegue levar uma vida normal. Aprendeu a se amar, amar os outros, cuida-se mais do que deveria. Tem uma vida alegre, participa de um grupo de artesanato e se maquia todas as manhãs. E mantém um laço reforçado com Deus.
- Eu fui uma vítima, mas me cuido para que os outros não sejam também - ensina.
Sandra mora em Criciúma, cidade que aparece no ranking nacional de incidência da doença em 19º lugar. Aposentada e com 61 anos, descobriu a doença aos 52, quando foi hospitalizada em razão de uma depressão. Sabe quem lhe transmitiu o vírus HIV: um parceiro fixo. Por ter se submetido a uma cirurgia para a retirada do útero, imaginou que estivesse imune à "tal maldição".
- A doença não me atrapalha em nada. No ato sexual peço que o parceiro use PRESERVATIVO. Se não usar, não aceito. E nunca fiquei revoltada ou chorei - assegura.
De temperamento calmo e gestos suaves, Sandra não costuma lembrar da doença porque ela não lhe impõe limitações. Lembra, apenas, quando está na hora de tomar a medicação cedida pelo governo: uma cápsula pela manhã e outras três à noite. E afirma que nunca sofreu nenhum efeito colateral.
Assim como Sandra outras 2,5 mil pessoas estão cadastradas no programa DST/AIDS de Criciúma (números de 1986/outubro 2009). Destes, 1.880 são da cidade, e os demais de municípios vizinhos. Conforme a coordenadora do programa, Fabiana Bardini, este ano foram registrados 147 novos casos em Criciúma e 28 em outros municípios da região.
- O perfil da contaminação: as mulheres são a maioria. E adquirem o vírus pela relação sexual com parceiros fixos. E os diagnósticos são cada vez mais tardios. A doença é descoberta durante o pré-natal ou pelos sintomas da doença avançada - observa Fabiana.
DIÁRIO DA SAÚDE |
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28/NOVEMBRO/09 |
Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
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