Category: Agosto de 2010 Created on Thursday, 05 August 2010 10:21 Last Updated on Thursday, 05 August 2010 10:21 Published on Thursday, 05 August 2010 10:21 Hits: 3153
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O GLOBO | TIJUCA AIDS 05/08/2010 Casal de galegos continua, no Instituto de Prevenção à AIDS, o trabalho da filha Por Isabel Kopschitz This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. A vontade de continuar o trabalho solidário da filha, a psicóloga Maria Rosa - que morreu de AIDS, em 2001 - impulsionou o casal de galegos Alfredo Gutiérrez e Maria Rosa Santos a levar à frente o Instituto de Prevenção à AIDS (Ipra), na Tijuca. Criado em 1994, o Ipra surgiu de uma iniciativa da jovem Maria Rosa, então já SOROPOSITIVA, após seu marido tê-la contaminado. De 92 a 94, ela atendeu a um grupo de pessoas que padeciam da mesma doença que ela, com sessões de psicoterapia, na casa dos pais. O casal galego - que mora há mais de 50 anos no Brasil, porém nunca se naturalizou - apoiou a filha desde o começo. Em 94 eles conseguiram um terreno, doado, e nele começaram a construir, com ajuda financeira de amigos e de uma igreja, o que é hoje a sede do Ipra. Situada na Rua Jurupari, a instituição oferece a soropositivos cursos (dança de salão, dança flamenca, espanhol, inglês, teclado, informática e artesanato) e presta atendimentos de psicoterapia e assistência jurídica, entre outros. Voltado a soropositivos, o Ipra também é aberto à comunidade. A diferença é que os primeiros pagam apenas um valor simbólico pelas oficinas. - No início não cobrávamos nada. Mas começamos a notar que muita gente desistia dos cursos. Vimos que, pagando uma quantia, mesmo que R$ 2, as pessoas dão mais valor - justifica Maria Rosa. Segundo Gutiérrez, hoje não é mais mistério uma pessoa SOROPOSITIVA viver bem. - Nos anos 90 só tinha o AZT e a pessoa definhava, ficava cadavérica - relembra. - Nós nos sentimos muito contentes com o trabalho, até porque recebemos muito mais do que damos. Um dos 11 voluntários do instituto é Antonio Costa, professor de dança flamenca. Há dez anos dando aulas no local, ele conta que aprecia o trabalho do Ipra porque sente muito amor entre voluntários e frequentadores. - O flamenco permite às pessoas colocarem algo de si na dança. Isso ajuda no resgate da autoestima - diz. Mais informações podem ser obtidas pelo 2254-2088 ou no site.
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
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