Category: Agosto de 2010 Created on Wednesday, 04 August 2010 19:30 Last Updated on Wednesday, 04 August 2010 19:30 Published on Wednesday, 04 August 2010 19:30 Hits: 3185
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UNIVERSIA | AIDS | CAMISINHA | CONTRACEPTIVOS | LGBT
"Barebacking sex: a roleta russa da AIDS?", de autoria de Paulo Sérgio Rodrigues de Paula, será lançado no dia 25/08, às 19h, no Centro de Cultura e Eventos Analisar detalhadamente os discursos sobre a prática do Bareback sex na mídia brasileira e na internet foi o tema da dissertação de mestrado em Psicologia (UFSC), de Paulo Sérgio Rodrigues de Paula. O trabalho agora ganhou novo formato e será lançado no dia 25/08, às 19h, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, durante o Congresso Internacional Fazendo Gênero 9, que acontece de 23 a 26 de agosto. O livro "Barebacking sex: a roleta russa da AIDS?", editado pela Multifoco (RJ), aborda a prática que surgiu nos Estados Unidos como um movimento que pregava a liberdade e também como forma de pressionar autoridades para a busca de uma vacina. O autor explica que sua preocupação "não foi julgar a prática como certa ou errada, ou buscar os porquês de se praticar sexo sem CAMISINHA, e sim analisar como se dão as discursividades sobre o Bareback sex no Brasil". Paulo afirma que ainda não há consenso de quem seriam os adeptos do Bareback sex, os barebackres: "Há vários grupos que caracterizam a prática, como por exemplo os bug chaser, ou "caçadores do erro", que são os que desejam se infectar com o vírus HIV. Para mim, barebackers são aqueles que mantêm relações sem PRESERVATIVOS entre pessoas completamente desconhecidas e sem nenhum tipo de vínculo afetivo". Mas diante de relações estáveis em que a parceira toma PÍLULA e o companheiro não utiliza CAMISINHA, ou entre pessoas com mais de 50 anos que iniciaram suas vidas sexuais numa época quem que o PRESERVATIVO não era difundido, o autor considera que ainda cabe a pergunta: "Afinal, que é ou não barebacker?". O estudo aponta que a abordagem da mídia tem sido estereotipada. "Predominam os discursos bio-médicos prevencionistas, em que os meios de comunicação, de modo muitas vezes sensacionalista, cumprem o papel de trazer o tema ao grande público. Entretanto, quando o assunto é o sujeito que pratica bareback, existe uma prevalência em caracterizá-lo via discursos patologizantes, como alguém anormal, portador de distúrbios neuro/psicológico/psiquiátricos; ou criminalizadores, que acabam contribuindo para a manutenção de estigmas que há séculos acompanham os indivíduos homossexuais. Nessas discursividades, o HOMOSSEXUAL adepto de barebacking é considerado um pré-doente, já que nesta prática, considerada de alto risco, a possibilidade de infecção pelo HIV é tida como certa, transformando seus praticantes em pessoas irresponsáveis ou criminosas, passíveis de diagnósticos, qualificações e intervenções advindas dos discursos da verdade". A professora Mara Coelho de Souza Lago, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFSC, entende que a obra de Paulo como "uma pesquisa corajosa e relevante na área dos estudos de gênero e sexualidade. Como feminista preocupada com todas as formas de discriminações, considero importante ter participado da orientação de seu trabalho, na medida em que se constitui como uma contribuição acadêmica para a reflexão e complexificação de discursos sobre sujeitos e as práticas sociais". O autor: Paulo Sérgio Rodrigues de Paula é mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especialista em Sexualidade Humana pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), graduado em Psicologia (Formação de Psicólogo, Licenciatura, Bacharel) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP); equivalência em Psicologia pela Universidade de Coimbra (UC)/Portugal (2003). Pesquisador junto ao Núcleo Modos de vida, família e relações de gênero (Margens) e do Núcleo de pesquisa em constituição do sujeito, práticas sociais, relações estéticas e processos de criação (Nupra), ambos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
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