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Campanha liderada por tricampeão mundial e pela Sociedade Brasileira de Hepatologia alerta para casos da doença em ex-jogadores de futebol por conta do uso de complexos vitamínicos em seringas
Renata Mariz
Trinta pessoas, duas seringas e três agulhas. Para esterilizar o material, água fervente apenas. "Colocavam uns dois minutinhos na panela, mas era muita gente para tomar os complexos vitamínicos que todos nós usávamos naquela época", lembra Nilson Pereira Gomes. A cena se repetiu nos vestiários, antes de treinos e jogos, durante os 10 anos como jogador de futebol. Hoje diagnosticado com o vírus da HEPATITE C, o ex-craque que brilhou no Palmeiras, no Botafogo e no Vitória, na década de 60, participa de uma campanha que será lançada em maio pela Federação das Associações de Atletas Profissionais, cujo objetivo é alertar o grupo para o risco da hepatite. "Pouquíssimos escapam de ter contraído", constata Nilson. "O problema é que muitos temem ser identificados como pessoas que fizeram doping, mas a aplicação dessas substâncias era completamente usual naquele período."
A ideia da campanha, que conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Hepatologia, surgiu da explosão de casos nas redes de saúde. O presidente da entidade, Raymundo Paraná, conta ter notado uma alta frequência de ex-atletas, especialmente jogadores de futebol, no ambulatório onde atende, na Universidade Federal da Bahia. "Diante disso, comecei a solicitar que os antigos colegas desses pacientes fossem examinados também. E o resultado foi positivo em muitos casos para a HEPATITE C, transmitida basicamente pelo uso coletivo de instrumentos contendo sangue de outra pessoa", explica Paraná. De acordo com o médico, o diagnóstico tardio é comum: "A doença é geralmente silenciosa e só dá sinais depois de 20, 30 ou 40 anos".
Dessa forma, os médicos chegaram à conclusão de que o Brasil tem uma peculiaridade em relação à população de risco para a doença. "Além dos grupos internacionalmente apontados como vulneráveis, como os usuários de drogas injetáveis, pessoas que fizeram transfusão antes de 1994 ou que se tatuaram em ambientes inseguros, os ex-atletas, sobretudo os que atuaram nas décadas de 70, 80 e 90, entraram nessa lista", afirma Paraná. Ele ressalta que era muito comum naquele período o uso de drogas lícitas injetáveis, muitas vezes com material mal esterilizado. "Não se tinha essa cultura do descartável, até porque não se sabia muito sobre as doenças transmitidas pelo sangue", explica o médico. Embora o alerta seja dirigido a todos os ex-atletas, jogadores de futebol são os mais propensos a terem sido contaminados, adverte o hepatologista.
Presidente da Federação das Associações de Atletas Profissionais e tricampeão mundial de futebol, Wilson Piazza, ressalta que o alerta será dirigido não só aos ex-esportistas, mas à população em geral. "Muito se fala em dengue, gripe suína, mas as pessoas se esquecem que a hepatite é uma doença séria e quanto mais cedo descoberta, melhores as chances do indivíduo", ressalta. Embora o formato final da campanha não esteja delineado, a ideia do ex-jogador que integrou tanto a seleção brasileira de 1970 quanto a de 1974, é contar com a adesão de ídolos do futebol daquele período para chamar a atenção da sociedade e do governo. "Tentaremos audiências em ministérios e com o presidente da República. Talvez, juntos, possamos divulgar melhor a campanha", afirma. Nomes de peso, como Pelé e Rivelino, são cogitados. A manifestação deve ocorrer em 19 de maio, Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais. O tipo C mata cerca de 460 pessoas por ano no Brasil.
Álcool
Segundo Paraná, além dos vestiários de atletas, o uso de injeções com o material higienizado precariamente era comum também no carnaval. "As pessoas bebiam e acreditavam que aplicar insulina amenizaria os efeitos do álcool", explica Paraná.
Aplicações de anestésicos e corticoides nas articulações eventualmente doloridas antes dos jogos também eram corriqueiras. Garrincha se submetia constantemente a esse tipo de tratamento.
Muitos relatos de membros da Sociedade Brasileira de Hepatologia chegaram à cúpula da entidade depois das primeiras reuniões sobre a campanha, segundo Paraná. "Recebemos três e-mails em dois dias. Um profissional do Sul nos avisou que estava tratando 71 ex-jogadores de futebol. Um do Mato Grosso têm 30 ex-atletas doentes. E em Fortaleza, no Ceará, um médico tem seis pacientes que também jogaram futebol no passado", lembrou Paraná.
Mais pessoas vacinadas
Depois de começar 2010 com um novo protocolo para tratamento da HEPATITE B, incluindo três medicamentos, o Ministério da Saúde expandiu a população autorizada a tomar a vacina contra a doença gratuitamente na rede pública de atendimento. Antes restrita à faixa etária de 11 a 19 anos, a imunização vai beneficiar grupos específicos, tais como gestantes, doadores de sangue, manicures e homossexuais, independentemente da idade. A decisão saiu em 2 de maio.
Para Ricardo Gadelha, coordenador do programa de hepatites virais do Ministério da Saúde, a ampliação ajudará a evitar a proliferação do vírus B, diagnosticado em 11 mil pessoas por ano, em média. Em nove anos, segundo ele, 4.200 pessoas morreram vítima da doença nos últimos nove anos, transmitida basicamente via relação sexual.
"A HEPATITE B é assintomática. Então, muitas vezes, o paciente chega com uma cirrose ou uma deficiência hepática muito grande", explica Gadelha. Quanto ao novo protocolo, o coordenador ressalta que ele foi fruto de um consenso entre especialistas. "Pesquisas internacionais já apontavam que o vírus teria criado resistência ao tratamento comumente usado nos últimos anos", explica. Gadelha diz que o Ministério da Saúde já fez a compra dos novos remédios para abastecer estados e municípios durante 2010 inteiro. "A distribuição já começou, todos os estados receberam".
O presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, Raymundo Paraná, que participou da modificação no protocolo, ressalta que há queixas em várias partes do Brasil de falta do medicamento, mas não responsabiliza o governo federal. "Aí é preciso haver o comprometimento dos gestores locais também. Se eles não estiverem sensibilizados, dificilmente o paciente será atendido", afirma. (RM)
É preciso haver o comprometimento dos gestores locais também. Se eles não estiverem sensibilizados, dificilmente o paciente será atendido"
Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia
Pelo país
55 - Ex-jogadores de futebol com HEPATITE C são tratados atualmente no ambulatório da Universidade Federal da Bahia
777.714 - Casos de hepatite (A, B, C e D) registrados no Brasil de 1999 a 2008
270 - A média de casos de hepatite (A, B, C e D) registrados por dia no país
Caso a caso
Veja quais são os grupos contemplados com a vacina
Gestantes após o primeiro trimestre de gestação
Trabalhadores da saúde
Bombeiros e policiais (militares, civis e rodoviários)
Carcereiros
Coletadores de lixo hospitalar e domiciliar
Doadores de sangue
Homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais
Pessoas reclusas (em instituições psiquiátricas, instituições para menores,
Forças Armadas, entre outras)
Pedicure, manicure e podólogo
População de assentamentos e acampamentos
Indígenas
Potenciais receptores de transfusões e sangue ou politransfundidos
Profissionais do sexo
Usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas
Portadores de DST
CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | HEPATITE
09/03/2010Last Updated on Tuesday, 09 March 2010 19:54
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Aumento médio de 4,6%, que vai entrar em vigor dia 31, atingirá cerca de 20 mil produtos vendidos no país. Percentual será definido de acordo com nível de competição no mercado
Geórgea Choucair
O preço dos medicamentos vai ter reajuste médio de 4,6% no dia 31. O novo índice foi divulgado ontem pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) e é válido para cerca de 20 mil apresentações vendidas no país. O ajuste de preços foi estabelecido para três faixas diferenciadas de medicamentos. Os percentuais, de até 4,83%, 4,64% e 4,45% - todos maiores que a inflação oficial do ano passado, de 4,3% -, foram definidos segundo o nível de competição nos mercados, a partir do grau de participação dos genéricos nas vendas. Os aumentos passam a valer nas prateleiras das farmácias em abril e valem para remédios como antibióticos, antiinflamatórios, diuréticos e ansiolíticos. Os medicamentos fitoterápicos e os homeopáticos não são submetidos aos referidos percentuais de reajustes.
Mais da metade dos medicamentos (53,5%) está na categoria em que só será permitido aumento de 4,45%, onde a participação dos genéricos é abaixo de 15%. Para calcular o ajuste do preço de medicamentos, a Cmed considerou o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) dos últimos doze meses, encerrado em fevereiro de 2010 e o fator de produtividade. A fórmula de cálculo do reajuste de preço de medicamento no Brasil é definida pela Lei 10.742 / 2003. O próximo aumento de remédios está previsto para março de 2011. A queda do dólar não interfere no ajuste de preço anual, informa o secretário-executivo da Cmed, Luiz Milton Veloso Costa. "O reajuste é anual e precisa ser autorizado pelo governo em função da legislação. Na prática, o aumento muitas vezes nem acontece nas prateleiras, pois há muita competição entre as redes de farmácias", ressalta Veloso.
Até o fim deste mês, as indústrias devem apresentar à Cmed relatório de comercialização, com informações dos preços que pretendem cobrar dos remédios. O valor máximo não vai poder subir pelo período de um ano, ou seja, até março de 2011. Quem conceder reajuste acima do estipulado paga multa que pode variar entre R$ 212 e R$ 3,2 milhões.
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sincofarma-MG), Lázaro Luiz Gonzaga, estima que o aumento de preços deve chegar às prateleiras só na segunda quinzena de abril. "O reajuste não entra em vigor de imediato, pois a própria concorrência não deixa", afirma. O índice de aumento, diz, é definido em negociação entre a indústria e o governo. "O comércio varejista não tem influência sobre o preço, só cumpre com a determinação", diz.
O aumento de vendas dos genéricos leva os laboratórios de marca de referência a segurar mais o reajuste de preço. As indústrias, segundo as farmácias, estão reduzindo o preço de seus produtos de marca para não perder clientes e mercado para os genéricos. Se for levar em conta as vendas dos genéricos, os fabricantes de medicamentos de marca de referência devem mesmo se preocupar.
O mercado de medicamentos genéricos registrou crescimento de 19,4% em 2009, 2,3 vezes acima da média do mercado farmacêutico no total de unidades comercializadas. As empresas do setor comercializaram 330,9 milhões de unidades de genéricos frente às 277,1 milhões comercializadas no ano anterior. As vendas do produto movimentaram R$ 4,5 bilhões no ano passado, alta de 24% em relação a 2008, quando as vendas somaram R$ 3,6 bilhões.
Para este ano, a Pró-Genéricos, entidade que reúne os fabricantes de genéricos, mantém projeções de crescimento de 20%, em razão do vencimento de patentes como o Diovan (destinado ao controle da pressão arterial). Os genéricos são cópias de medicamentos inovadores cujas patentes já expiraram. No Brasil, a regulamentação deste tipo de medicamento se deu em 1999, com a promulgação da Lei nº 9.787. A produção dos genéricos, que custam em média 45% menos que os medicamentos de referência, obedece a padrões de controle de qualidade. Conforme a legislação, só podem chegar ao consumidor depois de passar por testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência, estes últimos realizados em seres humanos.
Patentes de 17 remédios de referência vão vencer entre 2010 e 2011, e a competição com os genéricos tende a reduzir os preços desses medicamentos. No total, esses remédios faturam pelo menos R$ 750 milhões ao ano. Quando o prazo para essas patentes expirar, os medicamentos de referência vão passar a sofrer a concorrência dos genéricos, que custam pelo menos 35% menos. Na lista dos medicamentos com patentes a expirar está o Lipitor, da Pfizer, o remédio mais vendido no mundo para controle de colesterol, e o Viagra, a PÍLULA azul do mesmo laboratório, usada contra impotência sexual.
SUCO AMARGO
Last Updated on Tuesday, 09 March 2010 11:05
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Existe a pensão por danos físicos (leis 7070 e 8686), estão todas no site www.talidomida.org.br.
A pessoa deve solicitar a espécie 56 junto ao INSS mais próximo de sua residência, levando 2 fotos (frente e costas em traje de banho, radiografias das partes atingidas, outros exames caso tenha outras deficiências (visão, audição, órgãos internos), documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência).
Protocolar tudo e aguardar a perícia e os médicos geneticistas credenciados do INSS que irão deferir ou indeferir, conforme cada caso.
Por favor, antes de dar entrada no pedido da pensão, leia as informações leia abaixo:
• As indenizações por danos morais só serão pagas aos que recebem o benefício da lei 7070
• A talidomida tem por característica BILATERALIDADE E SIMETRIA, normalmente a Talidomida não afeta isoladamente um dos membros.
• Podem acarretar também outros problemas como visão, audição, órgãos internos, mas em conjunto com membros.
• Existem inúmeras síndromes que se confundem a síndrome da Talidomida, ( Poland, Brida aminiótica, Greber, Erictrodactilia, Roberts, Holt Oram, Pseu-tali, etc).
• Ela não passa deficiência para os filhos das vítimas.
• O INSS só reconhece os nascidos a partir de janeiro de 1957.
Após o ano de 1965 a droga estava sendo ministrada para hanseníase.
Se leu tudo e ainda tem dúvida da sua deficiência, pode nos enviar uma foto no email
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e responder:
1. Idade da pessoa
2. Motivo que a mãe tenha tomado a droga
3. Informações se existem consangüinidade familiar
4. Alguém na família fez tratamento para hanseníase
Nota da Soropositivo.Org
Colaboraram para este texto Mariana Gouveia e o Dr Ludio Cabral
Last Updated on Friday, 26 March 2010 07:48
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PARANÁ ONLINE |
AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | HEPATITE
11/03/2010
A paciente Thais Lemos foi submetida a uma cirurgia, ontem, e está necessitando de sangue. Ela está internada no Hospital Evangélico. Mas para fazer a doação, a pessoa deve ir ao Hemobanco, localizado na Rua Capitão Souza Franco, 290, bem próximo ao Evangélico, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. A doação dura cerca de 15 minutos.
O doador deve ter idade entre 18 e 65 anos, e no mínimo 50 quilos. Depois da doação (onde são coletados cerca de 450 ml de material), o sangue é submetido a exames no local mesmo, pois há alguns problemas que devem ser descartados: os exames realizados são para AIDS, HEPATITE B e C, Chagas, SÍFILIS, HTLV I e II. O telefone do Hemobanco é 3023-5545Last Updated on Thursday, 11 March 2010 16:58
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18/03/2010 - 16h30
O moçambicano Eusébio Chaquisse, pesquisador da Universidade Lúrio e também participante da mesa em que foi apresentado o trabalho das agências noticiosas, brincou: "Vocês conhecem Moçambique melhor que eu."
Para ele, o trabalho é muito bem vindo em seu país, já que segundo a pesquisa apresentada por ele na mesa, a informação sobre o HIV e a AIDS ainda é muito escassa, sobretudo entre os jovens das zonas rurais.
Chaquisse pesquisou com apoio da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto o conhecimento sobre sexualidade e HIV/AIDS dos adolescentes e jovens, entre 15 e 19 anos, da Cidade moçambicana de Nampula e do Distrito de Lalaua.
"No geral, observei que os jovens sabem sobre os meio de prevenção do HIV, mas não usam PRESERVATIVO", comentou. "Muitos disseram que há larvas nas camisinhas; que sexo de verdade tem que ser carne com carne; e que mulher bonita tem que ser aproveitada de verdade, ou seja, sem PRESERVATIVO", explicou.
A brasileira Joelma Ruberti, coordenadora do Programa Municipal de DST/AIDS de Laranjal Paulista, também participou da mesa, falando da vulnerabilidade ao HIV dos catadores de frango e dos canavieiros, que segundo ela, vivem em situações de grande pobreza e se expõem com frequência ao uso de drogas e às relações com profissionais do sexo.
O angolano Laurindo Lukumua falou sobre a cooperação bilateral entre seu país e o Brasil na prevenção do HIV em acidentes de trabalho na área da saúde; e a portuguesa Sónia Dias sobre a vulnerabilidade ao HIV dos imigrantes em Portugal.
Uma experiência de Comunicação Social
A partir desse título, dado pelos organizadores do III Congresso da Comunidade de Países de Língua Portuguesa sobre HIV e AIDS, Tardelli contou aos congressistas sobre o que a motivou a criar uma agência de notícias especializada no assunto.
"Depois que meu irmão morreu de AIDS, ficou cada vez mais evidente que os meus colegas de profissão podiam ajudar mais nessa luta", comentou a jornalista. "E em 2003 consegui criar um serviço de notícias só sobre AIDS. Aos poucos fomos sendo reconhecidos pelos jornalistas, ativistas e gestores de saúde. Hoje, muitas das pessoas que trabalham na área ou que se interessam pelo assunto por algum motivo, acabam nos consultando", acrescentou.
Segundo a idealizadora desse projeto, a experiência da agência, assim como já foi replicada em Moçambique, pode ser feita em outros países.
"Nosso trabalho está mostrando bons resultados. Adquirimos no Brasil uma ampla experiência em jornalismo e sabemos que os jornalistas são muito importantes para cobrar por melhores ações do governo e dar voz às pessoas com HIV. Isso também pode acontecer em outros países", disse.
Lucas Bonanno, responsável pela implementação do projeto em Moçambique, mostrou alguns indicadores que já demonstram o sucesso da agência no país africano.
"Em pouco mais de seis meses de existência, já tivemos 40 reportagens nossas publicadas nos principais jornais moçambicanos. Tivemos mais de 45 mil visitas ao nosso site e todos os dias enviamos as nossas notícias, por e-mail, para cerca de 500 pessoas", exemplificou.
Na opinião do jornalista, a língua portuguesa abre as portas para a troca de experiências na área da comunicação dentro da CPLP, mas o intercâmbio internacional entre profissionais se torna essencial para a eficácia dos projetos.
"A Agência SIDA também tem como objetivo apoiar Moçambique na formação de jornalistas", adicionou Bonanno.
Como resultado dessa iniciativa, ele citou o fato do jornalista moçambicano Fernando Fidélis ter feito um intercâmbio de dois meses na Agência AIDS, visitando veículos de comunicação e as principais organizações que atuam contra a epidemia no Brasil; e a parceria com a Universidade Eduardo Mondlane de Moçambique que resultou em estágios, na redação da Agência SIDA, para estudantes de Jornalismo.
O III Congresso da CPLP sobre HIV/AIDS termina nesta sexta-feira, 19 de março, em Lisboa.
Redação da Agência de Notícias da AIDS
O jornalista Lucas Bonanno participa do evento em Portugal com apoio do Programa de DST/AIDS da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS | NOTÍCIAS
AIDS | CAMISINHA | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | CONTRACEPTIVOS
19/03/2010
Last Updated on Friday, 19 March 2010 11:54
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.