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CONTRACEPTIVOS
Levantamento também mostra o roubo de remédios de hemofílicos
Leandro Cipriano
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Por meio de um levantamento de dados realizado pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus) desde junho de 2010, o Governo do Distrito Federal (GDF) descobriu um esquema de desvio de verbas dos medicamentos para hemofílicos na capital. A investigação foi recomendada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Foi revelado que, somente em 2009, cerca de R$ 72 milhões do total de R$ 180 milhões para a compra de hemoderivados em Brasília foram desviados, o equivalente a 40% da verba destinada aos remédios na região. Prática semelhante ocorreu em maio de 2004, quando a Máfia dos Vampiros desviou R$ 2 bilhões do Ministério da Saúde em contratos superfaturados.
Na auditória realizada pelo Denasus, foi constatado que, além das licitações viciadas e o superfaturamento dos preços dos medicamentos, os remédios também eram roubados durante o transporte dos laboratórios para a Secretaria de Saúde do DF e nos depósitos dos hospitais públicos. A preferência dos ladrões eram pelos medicamentos mais caros, usados para tratamentos de doenças mais graves, como a hemofilia. Depois de roubados, eram revendidos para farmácias menores da capital e de outros estados, como Goiás e Minas Gerais.
Além dos roubos, os ladrões chegaram ao ponto de comprar remédios vencidos, por terem valores mais baixos, para revender a preço de medicamentos no prazo de validade. Com a nova apuração feita pelo SUS, foi confirmado até então que dos mais de 400 pacientes que recebiam medicamentos para hemofilia no DF, menos de 100 se apresentaram durante o recadastramento.
Analisando números - De acordo com um relatório entregue pelo Tribunal de Contas do DF e o Denasus no ano passado, Brasília apresentou um consumo em 2009 de 83.732 UI (unidades internacionais) por paciente/ano, enquanto a média do Brasil foi de 34.452 UI por paciente/ano. "O consumo de Fator VI por paciente hemofílico/ano no DF em 2009 situava-se muito acima da média prevista pelo Ministério da Saúde", especificou o documento.
Todo o processo de auditoria e seus resultados foram encaminhados à Secretaria de Saúde do DF e ao Ministério Público. O processo constatou inconformidades nos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde para assistência a pacientes hemofílicos, especialmente quanto à garantia de acesso a exames laboratoriais para diagnóstico e posterior tratamento. "Foram constatadas, ainda, falhas nas atividades de registros de prontuários e de preenchimento dos formulários do sistema de interna", esclareceu a Denasus.
As verdadeiras vítimas da corrupção
Quando o Sistema Único de Saúde (SUS) constatou o problema, o GDF foi obrigado a recadastrar todos os pacientes que recebiam remédios do Hospital de Apoio. Desde 21 de fevereiro a Fundação HEMOCENTRO de Brasília (FHB) atualiza o cadastro dos hemofílicos da região e realiza exames para avaliação médica. Também foi reduzido nesses meses a quantidade de remédios entregues aos pacientes.
Representantes da Associação dos Voluntários Pesquisadores e Portadores de Coagulopatias (Ajude-C) se reuniram nos primeiros meses do ano com os responsáveis pelo
HEMOCENTRO e Hospital de Apoio para buscar soluções. Segundo a vice-presidente da Associação dos Hemofílicos do DF, Kelly Tostes, em janeiro e fevereiro ocorreu um racionamento fora dos padrões nos remédios de coagulação para os hemofílicos, necessários no tratamento e para evitar sangramentos.
Sobre a situação dos hemofílicos do DF, a presidente do HEMOCENTRO de Brasília, Beatriz Mac Dowell, afirmou que com um novo cadastro pronto, os pacientes poderão pegar o medicamento no Hospital de Apoio ou recebê-lo em casa.
"Tomamos conhecimento que o hospital pedia quantidades muito grandes de concentrados ao HEMOCENTRO. Nesse sentido, propomos fazer a atualização do cadastro, para descobrimos quantos de fato são os hemofílicos, e a gravidade da situação de cada um", esclareceu a presidente do HEMOCENTRO.
Para o promotor de Defesa da Saúde do Ministério Público, Jairo Bisol, o recadastramento dos hemofílicos no DF é uma medida necessária para evitar qualquer forma de transgressão no recebimento dos medicamentos.
"Um grupo de pacientes achavam que o recadastramento era para burlar o recebimento dos remédios, mas é preciso recadastrar. Esse é um imperativo de transparência, mas os pacientes não podem em contrapartida ficar sem eles. A Secretaria de Saúde não pode se valer da situação para deixar de atende-los", afirmou Bisol.
Da Redação do Jornal Alô BrasíliaLast Updated on Thursday, 02 June 2011 03:50
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AIDS | CAMISINHA | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | CONTRACEPTIVOS | HEPATITE
Ministério da Saúde alerta para "feminização" da epidemia do HIV, com explosão de casos entre meninas de 13 a 19 anos

Clarissa Thomé / RIO
No Brasil, a cada oito meninos de 13 a 19 anos que são portadores do HIV, dez meninas dessa faixa etária estão na mesma situação. Em alguns Estados, a situação é mais grave (mais informações nesta página).
O fenômeno, que o Ministério da Saúde classifica como uma "feminização" da epidemia, levou o órgão a eleger meninas e jovens até 24 anos como foco da campanha de carnaval pelo uso de PRESERVATIVOS, pelo segundo ano consecutivo.
"Hoje a proporção de mulheres infectadas pelo HIV ultrapassou a de homens justamente na faixa etária de 13 a 19 anos. A nossa preocupação é que isso pode ampliar a feminização da epidemia. E a ideia da campanha é encorajar meninas, moças e jovens, na hora H, a pedir a CAMISINHA", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou do lançamento da campanha na quadra da escola de samba Salgueiro, na zona norte do Rio.
A segunda etapa da campanha será para incentivar o teste de HIV, SÍFILIS e HEPATITE B entre aqueles que não fizeram sexo seguro no carnaval. O próprio ministro fez o teste rápido, cujo resultado sai em 15 minutos. O ministério vai instalar tendas em locais movimentados, para que os foliões possam fazer os exames.
A estimativa do ministério é de que 630 mil pessoas sejam soropositivas. Dessas, 255 mil nunca fizeram o teste e desconhecem ser portadoras do vírus.
Padilha reconheceu que o lançamento da campanha ocorre a uma semana do carnaval, quando a festa já ganhou as ruas de muitas cidades, mas negou que tenha havido atraso e ressaltou que faz parte da estratégia do ministério divulgar o assunto no período mais próximo do carnaval.
Com o slogan "Sem CAMISINHA não dá", a campanha inclui propagandas em tevê, spots de rádio e outdoors. O jingle Vou Não foi gravado pelo grupo Reginho e Banda Surpresa, conhecido pela música Minha Mulher Não Deixa, Não. O cantor Reginho, que sofreu grave acidente de ônibus madrugada de quinta-feira, compareceu ao lançamento.
CAMISINHA. Um quarto dos 400 milhões de PRESERVATIVOS distribuídos anualmente pelo Ministério da Saúde são produzidos por seringueiros de Xapuri, no Acre.
A fábrica foi construída com financiamento do BNDES. De acordo com Padilha, as camisinhas produzidas com látex nacional são cinco vezes mais resistentes do que as importadas, de acordo com testes de pressão a que foram submetidas
O ESTADO DE S. PAULO - SP |
Last Updated on Saturday, 26 February 2011 11:59
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AIDS , CAMISINHA , DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS , CONTRACEPTIVOS
FERNANDA EZABELLA DE LOS ANGELES
A indústria de filmes pornográficos nos EUA também vive seus dias de remakes e sequências. Mas as histórias não se repetem só nas telas e sim na vida real. É a "guerra das camisinhas" travada entre os estúdios e as autoridades da Califórnia, que acaba de ganhar mais um capítulo. A Procuradoria Geral de Los Angeles tem até meados de março para entregar um relatório sobre as estratégias e opções que a cidade tem para tornar obrigatório o uso de PRESERVATIVOS em todos os filmes produzidos na região. Por ano, o mercado de cinema pornô movimenta mais de US$ 10 bilhões no sul da Califórnia e produz cerca de 10 mil filmes, com 1.200 atores em 200 produtoras.
No final de 2010, o ator Derrick Burts, 24, que trabalhava em filmes gays e heterossexuais, confirmou o teste positivo para HIV. A notícia interrompeu a produção de filmes, fechou a clínica responsável por testar os profissionais e trouxe de volta a discussão das camisinhas.
O mesmo aconteceu em 2009. Surto maior surgiu em 2004, quando cinco atores contraíram o vírus após rodarem cenas com o ator Darren James, que, por sua vez, pegou a doença provavelmente em filmagens de uma empresa americana no Rio.
"Gente que produz pornô e faz muita grana não quer mexer nos seus lucros", disse à Folha o vereador Bill Rosendahl, responsável pelo pedido do relatório aos procuradores da cidade.
"Mas eu me preocupo com a segurança dos artistas e da mensagem e imagem que eles passam para as pessoas que assistem aos pornôs." Rosendahl, 65, é gay e perdeu um parceiro nos anos 80 por causa da AIDS. Ele afirma que o lobby da indústria é forte em Sacramento, capital, o que dificulta o cumprimento de uma lei estadual de 2004 que já prevê o uso de PRESERVATIVOS nos sets.
Mas ele afirma que não vai desistir de criar regras mais rígidas em Los Angeles, onde estão concentrados os estúdios, na região de San Fernando Valley, com a ajuda da ONG AIDS Healthcare Foundation, que tem cooptado ex-atores pornôs infectados para fazer campanha.
TESTE GRATUITO
Neste mês, 50 membros do grupo fizeram piquete na entrada de um grande evento que premia os filmes pornôs, em Hollywood. Distribuíram camisinhas e realizaram testes gratuitos de HIV em laboratórios instalados em vans.
"Anos atrás eu tentei fazer todo mundo usar camisinhas. Várias produtoras toparam, mas as vendas caíram drasticamente. Uma mudança seria difícil", disse um agente de atores pornôs ao "The New York Times".
Com a crise de 2010, a clínica sem fins lucrativos criada em 1998 para testar os atores pornôs perdeu sua licença e ficou fechada por dois meses. O local voltou a funcionar neste mês, sob nova direção e sem mais o status de ONG. Sharon Mitchell, cofundadora da ONG e famosa ex-atriz pornô, continua como presidente do grupo.
Doenças sexualmente transmitidas são diagnosticadas em um quarto dos atores a cada ano, de acordo com a Saúde Pública do Condado de Los Angeles. O número de casos de gonorreia é sete vezes maior do que no resto da população.
FOLHA DE S. PAULO - SP | SAÚDE |
Last Updated on Thursday, 24 February 2011 16:26
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Parent Category: Janeiro de 2011 Category: 03 de Janeiro de 2011
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AIDS | Doenças Oportunistas | Tuberculose
Uma parceria entre os programas de controle da TUBERCULOSE e da AIDS do Ministério da Saúde promete reduzir o número de casos e mortes por TUBERCULOSE entre as pessoas com HIV. A doença, causada pelo bacilo de Koch, é a maior causa de mortalidade entre os pacientes com AIDS, hoje, no Brasil. O projeto-piloto começa a ser testado em 24 serviços especializados de 13 cidades da Região Sul. Segundo Marcelo Freitas, do DEPARTAMENTO DE DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a ideia é qualificar o atendimento nessas unidades para incentivar o diagnóstico precoce e o tratamento. "Na população que tem TUBERCULOSE, que tem um diagnóstico já de TUBERCULOSE, nós queremos aumentar o nível de detecção do HIV nessa população. Com as pessoas que têm HIV, nós queremos identificar a TUBERCULOSE e usar medidas de profilaxia para prevenir o desenvolvimento da doença nessa população, e aí também impacta na mortalidade. Nós queremos que o tratamento, tanto de TUBERCULOSE quanto da infecção pelo HIV, sejam oportunos." O projeto terá duração de um ano e deve servir de modelo para ações semelhantes em outros estados. Foram selecionados, neste primeiro momento, municípios com prevalência de 20% ou mais de casos de HIV em pessoas com TUBERCULOSE, percentual considerado alto pelo Ministério da Saúde.
CORREIO DO ESTADO - MS | CIÊNCIA E SAÚDE |
{linkr:related;keywords:tuberculose;limit:10;title:Mais+Artigos}
{linkr:related;keywords:AIDS;limit:10;title:Mais+Artigos}Last Updated on Monday, 03 January 2011 18:47
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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.
O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de
atividades na comunidade onde se vive.
“Constituição Da República Federativa Do Brasil:
TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos
Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À
Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”
Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".
Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.
Há Vida com o HIV!
Viver com AIDS é Possível! Saude sim e preconceito não.
Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos
Monto sites, configuro computadores, configuro skype, gtalk, voip etc... Se você faz parte do terceiro setor e tem dificuldades com TI, entre em contato pelo fone 11 95285170.
Falar com Cláudio, associado ABRAWEB.