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Agência de Notícias da Aids

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26/DEZEMBRO/07

Alianças empresariais estão ajudando um milhão de empresas a lutar contra a aids no ambiente de trabalho, diz relatório

 

25/1/2008 – 12h25

Davos, Suíça – A Global Health Initiative (GHI) do World Economic Forum divulgou no dia 24 de janeiro (quinta-feira), o primeiro relatório global sobre Alianças Empresariais – Alianças Empresariais Enfrentando a AIDS: Uma Análise Global – e seu papel no setor privado na luta contra a AIDS.

As Alianças Empresariais surgem como uma plataforma muito eficaz na luta contra a AIDS. Até agora, quatro Alianças Empresariais regionais e 47 nacionais foram formadas e juntas apóiam mais de um milhão de empresas na implementação de programas para discutir como a AIDS pode ser abordada no local de trabalho e sua disseminação. Eles representam um novo conceito, sendo mais de 40% dos programas lançados nos dois últimos anos e 60% nos últimos cinco.

Depois de um rápido crescimento do número de Alianças Empresariais, este relatório foi encomendado com a finalidade de analisar profundamente a natureza e o caráter dessas atividades que tornaram as empresas mais atentas e conhecedoras de seu potencial, para contribuírem com o desenho e a estrutura desses programas que abordam a AIDS no local de trabalho, além de compartilharem as melhores práticas de suas estruturas e operações.

“Ao colocarmos o nosso foco no papel importante que as Alianças Empresariais exercem na luta contra a AIDS no mundo inteiro, esperamos que o relatório possa incentivar ainda mais o comprometimento das empresas”, afirma Richard Samans, Diretor Geral do Forum. “As Alianças Empresariais ajudam as empresas responderem individualmente à pandemia com mais eficiência por meio da colaboração, especialmente oferecendo ferramentas e processos que foram desenvolvidos e testados por outras companhias”.

O relatório apresenta o cenário global atual das atividades de Alianças Empresariais, analisando os diferentes modelos de governança, organização e finanças mostrando as melhores práticas e os principais desafios que as empresas enfrentam no setor privado. O relatório mostra os cinco principais pontos para alianças atuais e emergentes apoiarem as empresas na luta contra a AIDS, o que garante estabilidade no longo prazo:
Estabelecer uma aliança baseada na prevalência nacional de HIV e o impacto em empresas locais; Envolver todos os interessados desde o início antes de lançar uma aliança nacional | . Garantir investimentos e envolvimentos contínuos do setor privado | . Adaptar o modelo de negócios e serviços ao local de trabalho onde o programa será inserido | . Construir habilidades e experiências internas de maneira pró-ativa.
As Alianças Empresariais normalmente envolvem várias empresas tanto regionais como nacionais para resolver alguns dos desafios mais comuns na hora de lidar com a AIDS no local de trabalho. Elas agem como uma voz para o setor privado e aumentam o volume de ações por meio da divulgação e apoio do desenho, desenvolvimento e implementação destes programas. Assim, alcançam seus objetivos oferecendo o material, as ferramentas e o treinamento necessários, facilitando o acesso a programas de tratamento e o desenvolvendo relações estratégicas e parcerias.

“Com a busca pela excelência em mercados locais, as empresas confiam cada vez mais em sua força de trabalho para propagar essa visão. Proteger seus funcionários da AIDS é um grande desafio para empresas que estão localizadas em regiões de grande incidência", disse Mark Foster, CEO do Grupo, Management Consulting and Integrated Markets, Accenture, Reino Unido – um Parceiro da GHI e presidente do seu conselho. “As Alianças Empresariais surgiram como uma plataforma para empresas locais, nacionais e multinacionais para se unirem e lutar contra essa terrível epidemia.”
O relatório foi desenvolvido para a GHI em parceria com o Banco Mundial, UNAIDS e Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit (GTZ), com o apoio do Conselho Corporativo da África (CCA) e a Fundação PharmAccess. Essas organizações acreditam que as Alianças Empresariais são importantes para aumentar o trabalho do setor privado na luta contra a AIDS.

Ademais, o estudo descobriu que com o apoio de várias entidades como governos, ONGs e a sociedade civil, as Alianças Empresariais são capazes de desenvolver programas que diminuem custos, evitam a duplicação de esforços e reúnem habilidades e recursos.

“As empresas trazem criatividade e inovação para a luta contra a AIDS; elas possuem habilidades e experiências específicas em áreas como gestão, mídia, logística e finanças, o que aumenta os seus valores como parceiras na luta em reposta à epidemia. As Alianças Empresariais ajudam a assegurar uma resposta coordenada e que conhecimento e experiência são compartilhados além das fronteiras”, comenta Peter Piot, diretor executivo, Joint United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS) e sub-secretário Geral, Nações Unidas, Genebra. “Espero que esse relatório incentive um número maior de empresas a fazer parte de uma aliança existente ou criar uma nova”.

Perfil da Global Health Initiative - A meta da Global Health Unitiative (GHI), do World Economic Forum, é facilitar e estimular uma maior participação de empresas em sistemas de saúde e na luta contra a AIDS, a tuberculose (TB) e a malária. Para isso, a GHI trabalha em parceria com as empresas do World Economic Forum, assim como a UNAIDS, o Fundo Global na Luta Contra HIV/AIDS, TB e Malária e as parcerias Stop TB e Roll Back Malaria. ONGs, entidades e governos também fazem parte desse esforço. A GHI oferece uma plataforma única para os diálogos, parcerias e ações envolvendo os setores públicos e privados. Coordena uma comunidade de mais de 230 empresas enfrentando desafios semelhantes ao da saúde nas suas operações. Também oferece um fórum para compartilhar experiências, definir padrões - geralmente aceitos - e representar esse setor. || Site: www.weforum.org/globalhealth.

O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.

Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Informação vale vidas humanas já se dizia em 2000.

O significado da expressão - vida social - abrange a possibilidade de plena autonomia sobre sua própria vida, integra a capacidade de trabalhar, de constituir família, de manutenção de

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“Constituição Da República Federativa Do Brasil:

TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

CAPÍTULO I - Dos Direitos E Deveres Individuais E Coletivos


Art. 5º - Todos São Iguais Perante A Lei, Sem Distinção De Qualquer Natureza, Garantindo-Se Aos Brasileiros E Aos Estrangeiros Residentes No País A Inviolabilidade Do Direito À Vida, À

Liberdade, À Igualdade, À Segurança E À Propriedade ( ... ).”

Artigo que alinha princípios e direitos em seus incisos, os quais notoriamente dizem respeito ao convívio e à comunicação social. Dos incisos, destaca-se, textualmente:
VIII - "ninguém será privado de direitos";
XIV - "é assegurado a todos o acesso à informação".

Art. 6o – “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”.

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Cristiane Rozick. Jurista Brilhante e ativista pelas causas em que se luta pela vida em igualdade de condições para todos


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